<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181</id><updated>2011-07-31T17:43:37.953-03:00</updated><title type='text'>SuperNova Coletivo de Dramaturgos</title><subtitle type='html'>Criar e aprender!   Pensar, fazer pensar. Sentir, fazer sentir.   Agir.  TEATRAR!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>38</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-5898872911100413442</id><published>2007-08-26T18:03:00.000-03:00</published><updated>2007-08-26T18:32:20.589-03:00</updated><title type='text'>Poeira estelar - 2 anos do SuperNova Coletivo de Dramaturgos</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Um pôr-de-sol vermelho na janela do meu apartamento, como há muito tempo eu não via. Pra ser mais exata há quase um ano eu não vejo o céu em chamas assim. E esse calor transpirante e inspirador então.... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Pensei que pudesse ser a quase chegada da primavera, minha estação preferida, ou até mesmo um desvio de conduta do planeta pra acalmar meus dias de frio, de olhos cerrados e criatividade congelada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Parei de olhar a tela branca indiferente, e fui a janela. Então eu vi! Novamente a explosão... a onda de calor, a expansão do ar em minha direção, lançando particulas em fagulhas, pó estelar com cheiro de novidade! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;BOOM! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A nossa respeitável SuperNova lança mais um sinal de vida, mais uma chama, mais uma descarga de renovação... e no horizonte vejo sair ilesa Phoenix, a ave em chamas, se refazendo, se reconjuntando e nos unindo novamente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Ela pousa no parapeito da janela, olha em meus olhos e penso vê-la sorrir... mas foi minha imagem quem sorriu no vidro da janela fechada.   &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Faltava apenas abrir o vidro. E aceitei, fiz! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Respirar pó de estrela me faz bem, me recompõe, pois é disso que somos feitos. Que haja mais 1000 anos de explosões estelares, mais 1000 SuperNovas entrando e colapso perto de nós, assim saberemos que continuaremos existindo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Obrigada Johnny Kagyn pelo seu impulso em águas muitas vezes calmas.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Obrigada Claudio Rosa pela mão que não me deixa afundar em águas profundas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Obrigada Phoenix por me visitar de vez em quando!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Alissandra Rocha&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-5898872911100413442?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/5898872911100413442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/5898872911100413442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2007/08/poeira-estelar-2-anos-do-supernova.html' title='Poeira estelar - 2 anos do SuperNova Coletivo de Dramaturgos'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-116224668701015103</id><published>2006-10-30T19:17:00.000-03:00</published><updated>2007-01-11T07:41:05.340-02:00</updated><title type='text'>A idéia central - ESTUDOS - [passo 1]</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;A idéia central é (ou deveria ser) o motor de qualquer obra artística autoral. Entretanto é comum verificar que muitos trabalhos artísticos não estão fundamentados em uma idéia central. Mas afinal o que seria esta tal “idéia central”?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;A idéia central nada mais é do que a opinião que o autor tem sobre determinado tema, fato, e etc.. Embora a idéia central seja o pilar da construção dramaturgica, ela não é necessariamente de responsabilidade do dramaturgo, e neste ponto é importante colocar de forma explicita que:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;*A idéia central é de responsabilidade do autor, mas também pode ser herdada de outro autor, ou ainda atribuída a ele por um autor sem capacidades dramaturgicas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;*O dramaturgo é o responsável por dar estrutura dramática a idéias próprias, alheias ou prontas – que são idéias mais populares e de uso comum tais como: “o amor supera todos os desafios”, “o crime não compensa” e etc..&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Portanto, o autor de teatro deve ser dramaturgo - ou associar-se a um, já o dramaturgo não precisa necessariamente ser autor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Colocada a diferenciação entre autor e dramaturgo ressaltamos que trataremos aqui da idéia central como elemento de estruturação de uma peça – ou seja, no que toca primordialmente ao dramaturgo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Como motor da estruturação de uma peça a idéia central exige: concisão, clareza e sustentabilidade. Para o autor, a priori, a idéia central é livre de exigências; Para o dramaturgo uma idéia central deve conter estas características, pois só assim a estruturação dramática poderá ser plena.&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Concisão:&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;É a qualidade de ser sintético na expressão da idéia. Uma idéia central prolixa cria confusões de desenvolvimento e coloca em risco sua vocação dramática.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255); font-weight: bold;"&gt;Clareza:&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt; &lt;/span&gt;Se reduzida for a capacidade de articulação e compreensão da idéia, reduzida também será a capacidade da peça na comunicação de suas intenções. Portanto, quando da escolha ou formulação da idéia central, deve-se avaliar qual o alcance e se será compreensível e aplicável numa estrutura dramática.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Sustentabilidade:&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt; Existem idéias centrais que não rendem mais do que uma cena. Existem idéias centrais que são na verdade “subidéias”, subprodutos de uma idéia maior e que poderia ser mais bem aproveitada uma vez descoberta. Assim como existem idéias que não se sustentam na empírica dramática. Muitas destas idéias podem ser aproveitadas em outras plataformas e/ou adaptadas para a finalidade dramática. A idéia central que serve a um poema, livro (seja romance ou técnico), música, artes plásticas e etc., não serve necessariamente a uma estrutura dramática (peça, filme, etc.)&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Fica claro que os três itens estão interligados e enquadram-se todos na expressão “vocação dramática”. Mas como identificar a vocação dramática de uma idéia central?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;A óbvia análise dos três itens é um recurso, porém parece-me que é fundamental uma vivencia global (leitura, teatro, cinema) com a arte dramática. As artes dramáticas não têm como fim a folha de papel e, portanto esta vivência dará arcabouço crítico e sensorial para a formação de um dramaturgo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia central é a opinião sobre um tema especifico ou uma opinião genérica sobre um tema amplo, como por exemplo, a existência. É importante que a idéia central esteja munida de um argumento sólido (que será demonstrado durante a peça), pois este argumento se desdobrará em um conjunto de “subidéias” que cena a cena, através do acumulo e interligação, se revelarão na crise da peça como parte de uma idéia única, a idéia central. Contribuem para a solidez da idéia central o: domínio do tema, a pesquisa profunda, e a clareza de conceituação da opinião expressa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante frisar que a idéia central “deve ser” o primeiro e principal fator estruturante de um trabalho dramático. Frequentemente isso é ignorado e subvertido.&lt;br /&gt;Existe uma idéia corrente que se deve escrever para uma boa história, uma boa personagem, uma boa idéia de efeitos... Deve-se escrever apenas para “uma boa idéia central”. E o que é uma boa idéia central? É aquela que além de reunir todos os atributos já mencionados seja também dotada de uma opinião autoral articulada (argumentos que tornem esta idéia central sustentável e atraente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia central é o elemento que dá base aos demais recursos estruturantes de uma peça: AÇÃO PRESENTE, PROTAGONISTA, ENREDO, AÇÃO CENTRAL, CRISE e etc. Portanto, antes de dar qualquer passo na construção de uma estrutura dramática, a idéia central deve ser/estar sólida na base da pirâmide estruturante.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-116224668701015103?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/116224668701015103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/116224668701015103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/10/idia-central-estudos-passo-1.html' title='A idéia central - ESTUDOS - [passo 1]'/><author><name>Johnny Kagyn</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AQk4Eyj3N9I/TakJNSU62AI/AAAAAAAAAvY/JudPO_grP9k/s220/IMG_0033.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-115845522842586895</id><published>2006-09-16T21:55:00.000-03:00</published><updated>2006-10-30T19:14:12.126-03:00</updated><title type='text'>Função social do Teatro no final do século XX e tortuosos caminhos para esse século</title><content type='html'>"Henri Meilhac ( 1831-1897 ) e Ludovic Halévy ( 1834 - 1908 ) exploraram nas suas comédias toda a frivolidade do espírito parisiense daquela época, explorando a sociedade do tempo através da gargalhada e da irreverência. Estes autores divertiam todo o público parisiense de então, unindo os seus ditos espirituosos aos compassos do cancán, numa mistura de frases alegres e saias arregaçadas deixando ver coxas brancas, para deleite do público masculino de grandes bigodes."&lt;br /&gt;Este trecho, retirado do livro História do Teatro de Hemilo Borba Filho, ilustra perfeitamente o que Gil Vicente disse no seu tempo: "Rindo se aprende a moral". Não diferentemente do teatro francês daquele período, o teatro brasileiro do final do século XX e início do século XXI parece também apresentar este elemento em suas comédias onde, descrevendo a situação política do país, o dramaturgo coloca de maneira caricata e consequentemente cômica, um personagem mau caráter envolvido em situações de corrupção e exploração da ignorância do povo. É interessante observar que este tipo de espetáculo hoje está vinculado ao mero entretenimento, consumido justamente por essa parcela da sociedade que é atacada por esse retrato moralizante, pois raramente ela percebe as nuances que permeiam esses textos de "riso fácil".&lt;br /&gt;Grande dramaturgo presente na França do século XIX foi Alexandre Dumas com A Dama das Camélias, lotando os teatros com burgueses encantados com simples conflitos e ações infantis dos personagem que lá estavam representados. Aqui, os textos com esse mesmo teor normalmente se valem de cenários óbvios, artistas conhecidos pelo grande público e salas de espetáculo suntuosas. Já que o teatro francês do final do século XIX, começou a se desvincular dos temas essencialmente burgueses e passou a mostrar camponeses e operários, nada mais justo do que adequar os espaços cênicos à esse novo objeto de análise. Mudam-se os cenários, os cartazes, os figurinos, até mesmo o próprio modo de representar. Aqui no Brasil, mais evidente nos anos 60, começou adequações físicas semelhantes. A construção do Teatro Arena foi a própria ruptura com o tradicional, isso vai fica mais evidente se observarmos a arquitetura do Teatro Oficia, adequação total às propostas de montagem e abordagem de temas.&lt;br /&gt;Para tentar ser mais direto e eficiente e fazer com que sua mensagem crítica  seja realmente absorvida, o teatro tem que transpor uma série de obstáculos censores que impedem que a difusão das novas idéias que poderiam abalar o "status quo". Na França, por exemplo, tentava-se, através do teatro, disseminar as novas idéias feministas e a defesa do divórcio. Hoje, no teatro brasileiro do fim do século passado, as novas idéias, não são tão novas assim. Falamos de lutas de classes, de opressão, de fome e miséria. Mas o novo está em incorporar esses temas, antes restritos a conversas fechadas e eruditas, nos textos teatrais, está em fazer o brasileiro se acostumar a ir ao teatro não só para rir de situações cotidianas, nem chorar com a grande atriz conhecida pelas telenovelas, mas sim para pensar, refletir sobre sua realidade, para apontar soluções e caminhos nas questões em que há falta de debates na sociedade.&lt;br /&gt;Será que este novo século, onde já são passados 6 anos, mais de meia década, algo mudou em nosso fazer teatral? Quais são, se é que ainda existem, as novas funções sociais do teatro do século XXI?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-115845522842586895?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115845522842586895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115845522842586895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/09/funo-social-do-teatro-no-final-do.html' title='Função social do Teatro no final do século XX e tortuosos caminhos para esse século'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-115742916231925721</id><published>2006-09-05T01:02:00.000-03:00</published><updated>2006-10-30T19:14:28.806-03:00</updated><title type='text'>Política cultural no Brasil</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(204, 204, 204);"&gt;A cultura não tem importância no Brasil. Merece menos de 1% de atenção.&lt;br /&gt;O artista não tem importância no Brasil. Vale menos que R$00,01 por dia de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É difícil fazer arte num país que não se importa em formar artistas. É difícil fazer arte em um país que sequer forma cidadãos. Um país que deixa a sua política cultural a cargo dos departamentos de marketing de grandes empresas, um país que destina muitos milhões para o “Cirque du'Soleil” e poucos centavos para a arte local e acessível ao povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artista local tem teatro vazio e bolso vazio.&lt;br /&gt;A grande produção, associada aos departamentos de marketing de grandes empresas, tem ingressos com preços elevados, teatro lotado e lucro financiado com dinheiro público (que via leis de isenção fiscal “banca” tais produções).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até quando?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-115742916231925721?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115742916231925721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115742916231925721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/09/poltica-cultural-no-brasil.html' title='Política cultural no Brasil'/><author><name>Johnny Kagyn</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AQk4Eyj3N9I/TakJNSU62AI/AAAAAAAAAvY/JudPO_grP9k/s220/IMG_0033.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-115648456737248856</id><published>2006-08-25T02:40:00.000-03:00</published><updated>2006-08-25T02:48:41.740-03:00</updated><title type='text'>1 ano de SuperNova Coletivo de Dramaturgos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(204, 204, 204);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O SuperNova é um grupo de estudos aplicados em dramaturgia que surgiu no orkut. Jovens dramaturgos se reuniram e fundaram este grupo de estudos para aprimorar, divulgar, difundir e principalmente levar aos palcos a jovem dramaturgia nacional. Este desejo fez com que a barreira do virtual fosse ultrapassada e em 25 de agosto de 2005 a primeira reunião aconteceu.&lt;br /&gt;Em um ano de existência o SuperNova enfrentou muitas dificuldades, mas perseverou, e uma semana antes de completar 1 ano de existência estreou sua primeira peça em palcos paulistanos.&lt;br /&gt;Em respeito a um ideal nascido há exatos doze meses nós continuaremos o nosso processo de estudos e lutas para levar aos palcos uma dramaturgia que honre, emocione e faça pensar.&lt;br /&gt;A batalha está apenas no inicio e nós do SuperNova agradecemos aos muitos que fizeram este primeiro ano possível.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Johnny Kagyn&lt;br /&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-size:130%;" &gt;Peça em cartaz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;DA CRIAÇÃO DA CENA &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Texto: Claudio Rosa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Direção: Alissandra Rocha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Com: Evando Lustosa, Fernanda Sanches, Geovane Fermac e Márcia Nestardo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Trata-se da primeira peça do grupo de estudos dramatúrgicos SuperNova Coletivo de Dramaturgos a vir a público. No texto, autor se distrai com um comercial de TV, e os personagens de sua peça se rebelam. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Teatro Júlia Bergmann &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;(r. Cruzeiro, 256, Barra Funda, região central, tel. 3392-4240). 90 lugares. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Sáb: 19h. Dom: 18h. Até 1º/10. 50 min. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Ingresso: R$ 16. Estacionamento. (R$ 5)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;CLIQUE ABAIXO E VEJA O FLYER DE DESCONTO (50%) E O MAPA DO LOCAL:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="color: rgb(204, 204, 204);" href="http://criacaodacena.blogspot.com/"&gt;http://criacaodacena.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-size:130%;" &gt;Comunidade no ORKUT&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="color: rgb(204, 204, 204);" href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=6576945"&gt;http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=6576945&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;E-mail&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;coletivo.supernova@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-115648456737248856?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115648456737248856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115648456737248856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/08/1-ano-de-supernova-coletivo-de.html' title='1 ano de SuperNova Coletivo de Dramaturgos'/><author><name>Johnny Kagyn</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AQk4Eyj3N9I/TakJNSU62AI/AAAAAAAAAvY/JudPO_grP9k/s220/IMG_0033.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-115488198032013036</id><published>2006-08-06T13:19:00.000-03:00</published><updated>2006-08-06T13:33:00.333-03:00</updated><title type='text'>Por trás da coxia</title><content type='html'>Existem alguns pontos que ninguém nota quando vai asssistir uma peça de teatro. Pequenas coisas que passam despercebidas de nossos olhos ou da maioria de nós.&lt;br /&gt;Por acaso na última peça que foram assistir, vocês notaram o toque do marceneiro ali no palco, aquela característica de trabalho que só ele tem, ou então aquela senhora que cedeu espaço em sua escola para o elenco inteiro da peça ensaiar, o homem da copiadora, as pessoas que trabalham na biblioteca que muitos anos deixamos passar despercebidas em nossas vidas, mas que quando precisamos cederam espaço a semana toda para ensaiarmos, a dona da loja que cede o figurino, a negociação com o dono do teatro para conseguir apresentar a peça lá,o suor de cada um que tentou e conseguiu estes apoios, o suor e o sono perdido de cada produtor da peça, quantos cabelos o diretor perdeu enquanto não dormiu.&lt;br /&gt;É, muitos de nós não percebem, mas cada uma dessas coisas está lá , naquela peça que fomos ver. Claro que em algumas o esforço é maior ou menor, mas sempre têm isso ou pelo menos deveria ter.&lt;br /&gt;Quem dá o sangue literalmente para conseguir montar um espetáculo merece todo tipo de aplauso e valorização. Mas na maioria dos casos são taxados de vagabundos para baixo...não vou fundo no mérito dessas questões, pois acredito que todos sabem do que eu estou falando.&lt;br /&gt;Espera um pouco, quantas pessoas se envolvem numa montagem de um espetáculo pequeno? Muitas. Isso porque não estou falando de nenhum espetáculo de proporção “global” porque para atingir muitas pessoas, o envolvimento de profissionais e o suor é muito maior. Quanto maior é o espetáculo maior é o trabalho.&lt;br /&gt;Agora me digam, isso lá é trabalho de vagabundo? Como pode ser, se ainda gera tantos empregos?&lt;br /&gt;Ah...sonho de receber apoio, patrocínio estatal para aumentar o acesso á cultura...Opa devaneio...&lt;br /&gt;O importante é que saibamos que existe muita gente envolvida em um espetáculo seja ele pequeno ou grande, global ou não e que a arte vai sobreviver sempre, mas que ela precisa ser vista com mais cuidado e respeito. Agora, sem deixar de dar uma cutucada, precisamos ver a arte com mais profissionalismo, por todos, inclusive quem vive neste meio.&lt;br /&gt;Claudio Rosa&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:kklaudio8@hotmail.com"&gt;kklaudio8@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://kaputtzwei.blogspot.com" target="_blank"&gt;http://kaputtzwei.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://equilibbrio.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://equilibbrio.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-115488198032013036?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115488198032013036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115488198032013036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/08/por-trs-da-coxia.html' title='Por trás da coxia'/><author><name>Claudio Rosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18266899550782177045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-RZgEVcsIaXE/TY4dKEgxpEI/AAAAAAAAAbw/q9pXkUTEzA4/s220/SUNP0071.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-115427496625999066</id><published>2006-07-30T12:52:00.000-03:00</published><updated>2006-07-30T12:56:06.323-03:00</updated><title type='text'>"É preciso lembrar para não esquecer!" - Janô</title><content type='html'>De tempos em tempos, preciso me encontrar e relembrar certas escolhas que fiz. Há poucas semanas da estréia do espetáculo "Da Criação da Cena", onde assino a direção, tantas coisas burocráticas necessitam da minha atenção que quase esqueço os reais motivos pelos quais dedico toda minha energia nisso. Como esquecer um caminho que fui eu mesma que escolhi percorrer? Não vou colocar aqui as dores e as delícias dessa escolha, mas sim, colocarei um texto que sempre me ajuda a retomar o caminho. Essas palavras são como as migalhas de pão que deixei pelo caminho para não me perder. Ah... e olhar pra trás faz bem demais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"PRÓLOGO: &lt;br /&gt;Atriz entra em cena.&lt;br /&gt;Dá duas voltas em círculo largo pelo palco, olhando a platéia. É um toureiro apresentando-se na arena. Ou um saltimbanco conclamando, em silêncio uma multidão para assistir a uma narrativa. Um herói desfilando sua vitória: é uma atriz encontrando-se com seu público, apresentando seu corpo, seu olhar, que conduzirão a lenda a ser descorrida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pisa no chão, retirando do planeta Terra a energia, joga-se contra o ar, aquecendo de fogo o encontro dos olhares cruzados.&lt;br /&gt;Seu passeio é um convite para que se juntem em uma oração, que inicem o íntimo laço de contato que é o rito do teatro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arremessa sua primeira fala como um projétil contra um muro que marcasse a argamassa com furos a cada mínimo deslocamento das ondas sonoras advindas dos fonemas, silabas, palavras do discurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz uma pausa e nela uma pequena oscilação corporal, como um desequilibrio de pernas e braços, por causa do peso da cabeça... ah sempre a cabeça pesando, pensando, a dúvida: haverá mesmo o ideal, a postura perfeita, haverá mesmo esta ordem no universo que perseguimos ou estamos soltos no caos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desiste e explica perturbada, com os braços quase dando nó entre si, tal a confusão, que está cada vez mais difícil de fazer teatro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atriz remexe em sua insuficiência. Acima de tudo, deve lembrar que sentiu logo antes de abrir-se a cortina, onde buscava, durante seu aquecimento corporal, no escuro do palco fechado, o caminho da escada de incêncio para a fuga covarde. Quando mais uma vez se perguntava: por que mandou pintar seu nome na placa frontal do teatro? Pôs preço de ingresso, divulgou na rádio, na tv no jornal? Olhe bem, ator, atriz, os urdimentos do palco acima da sua cabeça... ah sempre a cabeça... Olhe o palco vazio. Não foi o mesmo que ocupou a genialdade das peças de Shakesperae, a audácia de Moliére, os culhões de Artaud? Os gênios do teatro que já se foram e deixaraam este palco já não podem mais fazer nada por você. Você é quem tem que honrar suas memórias. Vai a luta. Manda ver. Execute o ritual.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CENA ÚLTIMA: NÃO ACABOU-SE ( É A ESSÊNCIA ) &lt;br /&gt;A atriz desamarra um nó da faixa que lhe enlaça a cintura e que envolve seu pescoço quase como uma forca, suspira tranquilizada de poder concluir com liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refere-se à tentativa orgânica de precisar passar cenicamente algo que lhe toca a emoção. Há no alívio, o de soltar o último sinal de aprisionamento, um outro, maior, que é o de saber que está em todos os processos, montagens, temas, exercendo só a perseguição permanente de aperfeiçoamento de, provavelmente apenas em uma frase, logo uma primeira que tivesse dito em teatro na sua vida e que fosse esta: "Bem ou mal, acabei os meus deveres."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DENISE STOKLOS in Mary Stuart&lt;br /&gt;1987&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-115427496625999066?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115427496625999066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115427496625999066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/07/preciso-lembrar-para-no-esquecer-jan.html' title='&quot;É preciso lembrar para não esquecer!&quot; - Janô'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-115360719559691977</id><published>2006-07-22T19:17:00.000-03:00</published><updated>2006-07-23T20:22:39.490-03:00</updated><title type='text'> Gianfrancesco Guarnieri</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/1600/20040905Gianfrancesco_Guarnieri.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/20040905Gianfrancesco_Guarnieri.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(204, 204, 204);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gianfrancesco Guarnieri (1934-2006)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Faleceu na tarde de hoje, 22 de julho de 2006, o ator e dramaturgo Gianfrancesco Guarnieri.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Gianfrancesco é um dos responsáveis pelo salto de qualidade por que passou a dramaturgia no final dos anos 50. Sua peça &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Eles não Usam Black-Tie&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;, que ele escreveu com 24 anos, foi uma marco para a dramaturgia nacional, um divisor de águas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Foi um dos integrantes do histórico Teatro de Arena e junto com Augusto Boal, Vianinha, Chico de Assis, José Renato e muitos outros, escreveu uma das páginas mais importantes do teatro brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Além de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Eles não Usam Black-Tie&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;, Gianfrancesco Guarnieri é autor de mais de 20 peças teatrais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(204, 204, 204);"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/1600/guarnieri%20e%20montenegro%20eles%20n%3F%3Fo%20usam%20black-tie.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/guarnieri%20e%20montenegro%20eles%20n%3F%3Fo%20usam%20black-tie.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Gianfrancesco Guarnieri e Fernanda Montenegro em cena do filme "Eles Não Usam Black-Tie"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Nós do SuperNova Coletivo de Dramaturgos expressamos aqui o nosso respeito e admiração por este homem do teatro, grande dramaturgo, grande ser humano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Johnny Kagyn&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-115360719559691977?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115360719559691977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115360719559691977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/07/gianfrancesco-guarnieri.html' title='&lt;strong&gt; Gianfrancesco Guarnieri&lt;/strong&gt;'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-115240230147720484</id><published>2006-07-08T20:22:00.000-03:00</published><updated>2006-07-08T20:47:52.883-03:00</updated><title type='text'>Revista Cd-Rom Colheita nº1</title><content type='html'>&lt;a style="color: rgb(204, 204, 204);" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/1600/colheita%20111.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/colheita%20111.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;A revista CD-Rom Colheita nº1 é o resultado de um ciclo de estudo iniciado pelo SuperNova em agosto de 2005. Nela estão publicados os 3 textos produzidos para o “Projeto Colheita – Do Dramaturgar ao Teatrar”, artigos de Ricardo Avarih e Márcia Nestardo e ainda todo o histórico do SuperNova Coletivo de Dramaturgos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Os textos:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 255, 51);"&gt;Assassinatos com Colher – Peça em 10 canções + epílogo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Peça de Johnny Kagyn&lt;br /&gt;Sinopse: Após um telefonema a vida (ou o que acham que é a vida) de 3 jovens é invadida por acontecimentos que desafiam a compreensão formal. Tudo tem mais que um significado ou razão de ser, inclusive a existência dos 3 jovens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 51);"&gt;Da Criação da Cena&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Peça de Claudio Rosa&lt;br /&gt;Sinopse: A partir da distração do dramaturgo com um comercial de TV, personagens de sua peça se rebelam e expõem todo o pensamento do dramaturgo no momento da criação de sua obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 51);"&gt;O Eterno Ato de Sempre Ir&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Peça de Alissandra Rocha&lt;br /&gt;Sinopse: Apartir do encontro/confronto casual entre dois homens em uma estação de trens, os limites entre o que é estranho e o que é intimo são levados a extremos insuspeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sobre os artigos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 51);"&gt;A Atriz e o Texto Teatral&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Artigo de Márcia Nestardo que trata sobre a relação entre o ator e dramaturgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 51);"&gt;Palco Mito&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Artigo de Ricardo Avarih que trata sobre a mística de estar no palco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Para adquirir a revista CD-Rom Colheita nº1, envie um e-mail para &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;coletivo.supernova@gmail.com&lt;/span&gt; com o titulo COLHEITA 1. A revista custa R$5,00 mais as despesas de postagem.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-115240230147720484?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115240230147720484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115240230147720484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/07/revista-cd-rom-colheita-n1.html' title='Revista Cd-Rom Colheita nº1'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-115065785937825342</id><published>2006-06-18T15:35:00.000-03:00</published><updated>2006-07-04T03:46:44.133-03:00</updated><title type='text'>Entrevista com Johnny Kagyn</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/1600/johnny.02.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/johnny.02.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;"O teatro é a minha arte, é a arte pela qual eu me apaixonei e a qual eu decidi me dedicar. Existem as outras formas de expressão, que eu também admiro, porém sobre as quais eu não tenho domínio, ou até mesmo paixão equivalente a que eu tenho pelo teatro. Eu considero o teatro como a minha família, onde eu me sinto bem(...)"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,255)"&gt;SuperNova&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Você começou como ator. Como aconteceu esta decisão pela dramaturgia?&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;&lt;strong&gt;Johnny Kagyn&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Não foi uma decisão natural. Eu não escolhi ser dramaturgo, foi algo que aconteceu. Quando estava trabalhando em um grupo amador de teatro, então com 14 anos, o diretor me chamou para colaborar na escrita de uma peça de cunho juvenil. A peça nunca foi escrita realmente, mas depois disso surgiu o interesse. Foi então que eu fui fazer o curso de dramaturgia com o Chico de Assis. Eu continuei trabalhando como ator, cheguei a me profissionalizar e tudo... Tem uma frase dita em um livro do Stanislavski que eu nunca esqueço, ela diz que todos no teatro entrarão pela porta da atuação, mas que no decorrer do percurso alguns se descobrirão cenógrafos, iluminadores, diretores... Eu me encontrei na dramaturgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,255)"&gt;SuperNova&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;E de onde vêem as histórias contadas em sua dramaturgia?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;Johnny Kagyn&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Eu não conto história. O teatro é a arte da expressão viva. O que eu procuro é sempre expressar uma idéia a respeito de algo para fazer o espectador refletir e chegar ás suas conclusões. Mas fazendo isso sempre de forma viva e teatral. E o teatro não é arte de contar histórias, mas sim é a arte de presenciar a vida acontecendo. E por isso eu não tenho essa paixão por contar histórias, eu tenho paixão por mostrar idéias e refletir o meu tempo em peças teatrais. Se desejasse contar histórias eu me abrigaria na literatura...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,255)"&gt;&lt;strong&gt;SuperNova&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Como foi o trabalho com o Chico de Assis, o processo de estudo? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;&lt;strong&gt;Johnny Kagyn&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Eu comecei a estudar com o Chico com 14 anos num projeto chamado “Ação dramática”. Este projeto tinha vários cursos técnicos teatrais, como por exemplo cenografia, direção e dramaturgia, e o Chico era o responsável pelas aulas de dramaturgia. Esse projeto durou 4 anos. E eu participei de todos os 4 anos. Quanto à relação aconteceu o seguinte: o Chico é uma pessoa que impõe respeito, pela sua história, conhecimento e também pela maneira como ministra suas aulas, então eu passei o primeiro ano sem praticamente abrir a boca. Do segundo ano em diante é que houve um contato mais efetivo, onde havia um diálogo. No último ano de curso eu escrevi a minha primeira peça e o Chico a escolheu para ser apresentada em leitura dramática que ele mesmo dirigiu. Quanto à relação com o Chico... O Chico fala sempre sobre a relação de mestre e discípulo, que é uma relação diferente da relação professor e aluno, pois na relação do mestre com o discípulo o aprendizado acontece em duas vias e existe uma liberdade de caminhos a serem trilhados pelo discípulo, o mestre ajuda com a sua experiência e exemplo. Eu considero o Chico de Assis o meu mestre.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,255)"&gt;SuperNova&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;E quais são as outras influências que permeiam os seus trabalho?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;Johnny Kagyn&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Eu sou lixeira de influências. Tudo me influencia, desde música, vídeo-clipe, livros, artigos jornalísticos... Ontem mesmo eu estava pesquisando sobre Buster Keaton, cineasta dos anos de 1920, quando de repente me deparo com uma frase e tenho um insight que resolve um problema na peça que estou escrevendo. Enfim, o processo é tão louco que tanto um livro do Nietzsche ou de Kafka quanto um clipe ou música dos Strokes me influenciam... Eu sou uma lixeira de influências. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,255)"&gt;SuperNova &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Você considera a dramaturgia o único meio para expressar suas idéias?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;Johnny Kagyn&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não o único meio, mas é no qual eu me sinto mais à vontade. O teatro é a minha arte, é a arte pela qual eu me apaixonei e a qual eu decidi me dedicar. Existem as outras formas de expressão, que eu também admiro, porém sobre as quais eu não tenho domínio, ou até mesmo paixão equivalente a que eu tenho pelo teatro. Eu considero o teatro como a minha família, onde eu me sinto bem, e portanto nada melhor que se expressar aonde você se sente em casa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,255)"&gt;SuperNova&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;No projeto colheita você também exerce a função de produtor. Como está sendo esta experiência? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;Johnny Kagyn&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Dificílima. Existem coisas para as quais as pessoas têm aptidão, e definitivamente eu não tenho aptidão para a produção. E isto devido a diversos fatores, como por exemplo a minha personalidade, o meu jeito de lidar com as pessoas... Definitivamente não facilitam. O resultado é que eu me sinto um estranho no ninho desempenhando esta função. Mas é uma coisa que não estou fazendo sozinho. Tenho a colaboração da Alissandra (Rocha) e do Claudio (Rosa), o que torna a tarefa um pouco menos dolorida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,255)"&gt;SuperNova&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;O quê significou a criação do SuperNova Coletivo de Dramaturgos para você?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;Johnny Kagyn&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Significou muito. É difícil se encontrar pessoas com as mesmas vontades, os mesmos objetivos, e o SuperNova representa isso para mim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,255)"&gt;SuperNova &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como é a sua relação com o “meio teatral”?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;Johnny Kagyn&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Eu sou um tanto à parte do “meio”. E talvez o problema principal esteja em mim, pois a minha personalidade é o quê não facilita as relações. O que tem ficado claro nos últimos tempos para mim é que as relações humanas, ou relações públicas, são muito importantes para o “meio teatral”, pois sem elas você praticamente está fora do jogo. Eu tenho um sonho, como diria o John Lennon, de que as relações fossem diferentes e extremamente profissionais, no sentido de que não se precisasse ter amigos (e muitos amigos!) para se conseguir êxito profissional e que bastasse a competência. Mas não é a realidade e tão pouco é algo exclusivo do teatro, é algo social.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,255)"&gt;&lt;strong&gt;SuperNova &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;No inicio do SuperNova houveram várias pessoas interessadas em integrar o projeto. Porque estas pessoas não continuaram? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;Johnny Kagyn&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nenhum processo de trabalho sério e fácil. Nenhum projeto que está nascendo e que demande tempo para colher resultados é simples de se por em prática. É preciso muito trabalho e dedicação. Na dramaturgia principalmente, pois como não existem escolas, locais para formar dramaturgos, uma cultura de estudo da dramaturgia, acaba se ficando no mito parecido com o da literatura, onde o autor escreve por inspiração e pronto. A proposta do SuperNova, desde o ínicio, foi a do aprimoramento técnico. Não queríamos fazer por fazer. Queríamos fazer, mas tendo domínio sobre o que fazíamos, e por isso decidimos ser antes de qualquer coisa um grupo de estudos. E isso assusta as pessoas, pois muitas vieram com idéias românticas sobre o processo de criação dramaturgico. Para estas pessoas falar em técnica é praticamente uma heresia, visto que elas consideram que a técnica aprisiona. Eu considero que a técnica trás domínio e trás ferramentas para que cada um alcance a “sua” melhor forma artística. Mas para ter este domínio é preciso estudar, é preciso se exercitar. Muitos se assustaram, pois vinham com uma imagem romântica de que iriam se reunir e escrever peças maravilhosas, fazer amigos para sempre, e que tudo seria lindo. Sabemos que as coisas não são assim. A realidade é que vamos nos reunir, vamos quebrar o pau, muitos não irão um com a cara do outro, enfim... Mas no fim das contas isso não importa. O importante é que todos tenham um objetivo em comum e se dediquem ao estudo para ai sim a idéia coletiva sobreviver. Infelizmente muitos não concordaram com este ponto de vista, e esta é a razão para não terem continuado. A proposta do estudo técnico afugentou a muitos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,255)"&gt;SuperNova&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Como está sendo o segundo ciclo de estudos do SuperNova? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;Johnny Kagyn&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Este segundo ciclo está sendo muito interessante, pois neste ciclo nós estamos sistematizando o processo. Eu acho que este trabalho mais organizado onde etapas são propostas e cada passo é aprofundado, terá um resultado mais consistente no âmbito técnico. E também vai facilitar para a criação de uma identidade para o grupo, uma identidade de processo criativo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,255)"&gt;SuperNova&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;As suas peças se enquadram no gênero “teatro do absurdo”?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;Johnny Kagyn&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Que fique registrado que esta pergunta foi uma provocação. Teatro do absurdo? Que teatro é este? Eu não conheço nenhum teatro do absurdo. Se você está se referindo à classificação que deram a Ionesco, Beckett e mais meia dúzia de dramaturgos, eu só tenho uma coisa dizer: esta é uma classificação idiota. Alguém por acaso já ouviu dizer do cinema do absurdo, pintura do absurdo ou de música do absurdo? Só existe essa classificação idiota para o teatro. Absurdo é que todos nós moramos numa bola, que gira em torno de uma outra bola maior que está pegando fogo, e ainda temos uma bolinha girando em torno da bola onde moramos... ah, e tudo isto está num espaço infinito... Agora me diz, o que é o absurdo? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-115065785937825342?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115065785937825342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115065785937825342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/06/entrevista-com-johnny-kagyn.html' title='Entrevista com Johnny Kagyn'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-115005969773075542</id><published>2006-06-11T17:45:00.000-03:00</published><updated>2006-06-12T13:00:10.926-03:00</updated><title type='text'>Diálogos 3 - A tragédia das pequenas coisas</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;"Tragédia das pequenas coisas" é o tema escolhido para o segundo ciclo de estudos e criação de textos do SuperNova Coletivo de Dramaturgos. Partindo deste tema genérico cada dramaturgo busca a sua idéia central, que é a opinião que expressará em seu texto. Acompanhe um diálogo entre os integrantes do SuperNova sobre a relação inicial com o tema.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ao que remeteu vocês o tema "tragédia das pequenas coisas"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Ricardo Avarih diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A mim, não apenas às tragédias do dia a dia, mas às pequenas coisas que cada um de nós carrega que nos levam a conseqüências que podem ser desastrosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Alissandra Rocha diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O paradoxo é que é interessante. Uma tragédia sempre nos remete a coisas grandiosas, catastróficas, mas então existem pequenas coisas, movimentos internos, individuais, sendo transformados em tragédias pessoais. Me remete ao contexto de colocar os pequenos movimentos humanos numa condição de extrema urgência e necessidade conectada com algo maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Claudio Rosa diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Remete à pequenas coisas que nos acontecem diariamente, pequenas situações que parecem desprezíveis, inexistente, mas que carregam em si grande peso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt; Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Esta situação paradoxal citada pela Alissandra é o que realmente me chama a atenção.  Pequenos universos individuais que são atingidos, destruídos... Mas nem por isso estas tragédias pequenas e pessoais têm menos intensidade. A expressão ”tragédia das pequenas coisas” em resumo o termo me lava a outra expressão, "tragédia subjetiva".&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Alissandra Rocha diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sim, é quando temos a pergunta, "tragédia pra quem"?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O problema é que a partir do momento que se tem uma tragédia "particular", tudo o que está ao redor é atingido e transformado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Ricardo Avarih diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Eu penso também que há aquilo que é individual e pequeno que leva a grandes tragédias externas, neste aspecto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Alissandra Rocha diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas quando falamos de uma tragédia pessoal, e se conseguirmos falar dela com a real importância que ela tem para o ser que a sente, será universal, quero dizer: se conseguirmos chegar ao âmago da questão, ao que realmente torna assustador nesta tragédia pessoal, será a tragédia de todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Ricardo Avarih diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A intensidade do trágico pode ser irrelevante vista de fora, mas destruidora em uma escala menor. Igualmente, uma tragédia que a um homem pode parecer pequena individualmente, pode gerar graves conseqüências externamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Porém eu não acredito que necessariamente as tragédias pessoais tenham conseqüências trágicas no mundo exterior. Acredito que a tragédia, no caso a pequena tragédia individual, acontece sempre a partir de dramas subjetivos, que podem ou não ter relevância para o mundo exterior, mas que levam um ser a uma posição de paradoxo frente a vida. Aquilo que é pequeno, microscópico, o atinge, o modifica e o destrói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Claudio Rosa diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos seres humanos possuem medos e paranóias semelhantes, a diferença está na escala e na vontade que cada um tem para mexer em suas feridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas você estaria reduzindo as possibilidades de tragédias pessoais a "medos e paranóias"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Claudio Rosa diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sim, posso estar reduzindo. Porém ao mesmo tempo estou especificando duas coisas que causam tragédias individuais. Não estou afirmando que seja só isso, mas os coloco como exemplos que geram tragédias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Portanto você acredita que dê para especificar causas para as "pequenas tragédias"?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Aliás, tragédias que muitas vezes não são nada para quem está de fora. E sim, dá especificar causas, mas entraríamos nas questões psicológicas.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Alissandra Rocha diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Acredito que existem mais os sintomas que as causas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Avarih diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Medos, dogmatismos, manias, doenças, repressões, traumas... A lista é infindável.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Alissandra Rocha diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Medo é um sintoma, paranóia é um sintoma.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Avarih diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Acredito que se referia àquilo que desencadeia um comportamento causador de tragédia. Neste aspecto medo seria uma causa, paranóia um sintoma.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Não acham que estão reduzindo tudo ao aspecto dogmático da coisa?&lt;br /&gt;Sim, podem ser sintomas, mas estão desconsiderando motivos outros, pessoais e sutis.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Avarih diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Exato, sintoma é conseqüência. Causa é aquilo que está interno, pessoal e sutil, que carrega a semente da tragédia. Essa causa pode ser um medo sutil que está no passado, pode ser um dogma, podem ser mil coisas.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O que é para cada um de vocês, pessoalmente, uma tragédia pessoal?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Alissandra Rocha diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Incapacidade de resolver questões que visivelmente para os outros é algo simples. O engessamento é uma tragédia pessoal.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Avarih diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A paranóia. Estar excessivamente assustado com o mundo até se afastar deste, e deste afastamento, perder a ligação com a realidade.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Querer realizar um desejo, mas por um motivo sem explicação não sair do lugar, mesmo sabendo o que exatamente fazer.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Dedicar à vida a alguma coisa e ver esta coisa perder o seu sentido. É adquirir uma consciência que não revela ou justifica caminhos, apenas os nega e invalida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Então seria algo mais ou menos assim. É tragédia pessoa: A incapacidade segundo Alissandra Rocha e Claudio Rosa; A paranóia segundo Ricardo Avarih; E a consciência inútil segundo Johnny Kagyn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Ricardo Avarih diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Existe aí um enigma. O do quê impede a busca pelo motivo pode ser a própria causa da tragédia? Encontrar o traço interno que provoca isso pode ser devastador para algumas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Alissandra Rocha diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O que me importa é como o ser criou pra si próprio esse obstáculo. Quando ele começou a ser incapaz, por exemplo, quando ele começou a sentir medo, quando a sua consciência se revelou inútil...&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;No que estas "tragédias pessoais" podem influir na criação dramaturgica de vocês?&lt;br /&gt;A Alissandra me parece levar para o caminho da investigação.  A busca de causas... É isso?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Alissandra Rocha diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sim, eu gosto de investigar o início adormecido e anestesiado. Isso é interessante na dramaturgia pra poder explorar personagens nas situações limite do ser!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Eu não gosto de generalizações. Acho que cada universo tem seu sistema próprio. Nem todos os obstáculos são criados internamente, assim como nem todos são criados pelo exterior. O que importa é a que ponto uma pessoa pode suportar a pressão de existir, com todos os medos, incertezas, desejos e dificuldades que a vida lhe apresenta. E o que mais me preocupa é ter consciência de uma vida vazia sem possibilidades de sentido ou realização verdadeira, a consciência que não trás consigo respostas. Logo, a influência na minha dramaturgia será enorme, começando talvez pelo aspecto de que eu não acredito num pensamento único e impositivo por parte do autor na peça e prefiro abrir possibilidades para o pensamento e as conclusões individuais.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Esse ponto que Você vem colocando Johnny, da pessoa se colocar questões, respondê-las e a possibilidade de não gostar das respostas que encontra ou não suportá-las é bem pertinente e cai como uma luva em uma tragédia pessoal. Concordo com a maneira que você encara a tragédia das pequenas coisas.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Avarih diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para mim, o medo é uma característica primordial, e eu acredito que é motivo para metade das tragédias, independentemente da escala delas.  No plano pessoal, ela pode ser aquilo que cria algumas das existências vazias, dos impedimentos internos, dos dogmatismos, é muito amplo. É um caminho fácil, que nos exime de responsabilidade quanto ao que acontece ao redor, e que nos destrói quando chega a um ponto onde não nos permite mais fazer aquilo que precisa ser feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Claudio Rosa diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A minha relação com a incapacidade é a seguinte, me sinto tremendamente incomodado e me sinto preso, sei o que fazer mas não consigo realizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O medo de uma consciência vazia muitas vezes me trava. Leva-me ao medo de ir adiante, de progredir. Faz-me sentir perdido, sem caminhos para justificar minhas ações.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Exatamente como me senti ao apresentar as novas estruturas para o novo trabalho.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Alissandra Rocha diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A incapacidade de resolver questões que para os outros é bem simples me engessa e me faz sentir menor e menos pronta para o mundo. É o limiar entre o desabar, o sucumbir com os medos e incapacidades e o despertar da necessidade do agir&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas ao mesmo tempo o medo se configura como um desafio, talvez desafio inútil, mas o único que justifica a minha vontade de ir adiante. É paradoxal, pois me trava e também justifica ir adiante.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Alissandra Rocha diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;E aí temos material necessário para a criação do conflito motor do personagem. O paradoxo e também a situação limite, o momento de sucumbir ou agir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sim, eu acredito que é desta investigação que chegamos ao ponto de definir a idéia central e por tabela o conflito que moverá o drama. Como que você chegou a sua idéia central Alissandra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Alissandra Rocha diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Imaginei uma grande tragédia, uma verdadeira catástrofe, mas que aquilo fosse devastador para um ser, um único ser, que se visse modificado ou questionado por aquele acontecimento. E me perguntei o que é mais significativo: a grande catástrofe externa, ou a micro transformação interna? Cheguei à conclusão que não existe maior relevância entre uma ou outra, uma só existe porque está sendo confrontada com a outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;E onde entrou esta questão da incapacidade? No seu caso é a incapacidade de aceitar um destino, não é isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Alissandra Rocha diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sim, é a cegueira, é ser incapaz de enxergar o que todos ao ser redor já enxergaram.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ricardo, no seu caso o medo e a acomodação têm relação estreita?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Ricardo Avarih diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sim, tem. O medo, que não é exatamente a minha escolha, mas apenas um exemplo, está de uma forma ou de outra em todas as definições que até agora foram dadas. Para mim, ele é tão presente no dia a dia, nas grandes coisas, em tudo que fazemos que deve ser temido por si só, mas também aceito como natural. Acomodação em geral acontece por medo, como toda insegurança. Igualmente, o medo extremado da acomodação pode ser tão nocivo como a acomodação em si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Então você acredita que o medo seja o motor da acomodação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Ricardo Avarih diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sim, mas como eu disse antes, o medo é onipresente quando falamos dos conflitos que escolhemos, portanto não serve de foco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Claudio, você vem tendo problemas com a definição de uma idéia central. Isto tem relação com a tragédia pessoal definida por você?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Claudio Rosa diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sim. Isso me incomoda muito e considero uma grande pequena tragédia. Tenho pensado já há duas semanas em uma coisa que fica bem ao lado disso a questão da carência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas vc não acha que isto já aponta um caminho para a definição da idéia central?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Claudio Rosa diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Concordo que é um caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Alissandra Rocha diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Johnny e você, como a consciência inútil está entrando na criação da sua idéia central?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Johnny Kagyn diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A idéia central foi criada partindo deste ponto. A minha posição frente a este questionamento foi o que definiu a idéia central. Não tenho a intenção de explicar os porquês de uma hipotética “consciência inútil”, mas sim mostrar a mesma deixando a possibilidade de reflexão individual.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-115005969773075542?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115005969773075542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115005969773075542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/06/dilogos-3-tragdia-das-pequenas-coisas.html' title='Diálogos 3 - A tragédia das pequenas coisas'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-114943302952680708</id><published>2006-06-04T11:51:00.000-03:00</published><updated>2006-06-04T12:04:33.036-03:00</updated><title type='text'>Numa cidade específica e num ano adequado</title><content type='html'>&lt;em&gt;Saí cedinho de casa, peguei um lanchinho, coloquei na minha mochila e as pernas para andar, estava indo ao teatro tinha escutado dizer que o teatro anima o homem, revigora, faz a gente ficar melhor, então, lá fui eu.Não peguei ônibus porque quis economizar um pouquinho, por isso tive que sair mais cedo, só uma horinha mais cedo, isso não é nada. Depois de uma caminhadinha cheguei a porta do Teatro da Cidade, fui a bilheteria e olhei os preços: uma compra mensal no mercadinho perto de casa, uma boa compra diga-se de passagem, perdi o espetáculo, sentei e comi meu lanche sem saber o que é um espetáculo de teatro.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um jantar para ajuda na campanha eleitoral de um candidato a presidência da república empresários pagaram mais de dois mil reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um almoço ACM, Zé Dirceu e mais um que não me lembro o nome gastaram 15 mil reais SÓ em vinho, três garrafas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então eis que surge uma megaprodução e quem vai assistir? O cara que rala o mês inteiro num serviço comum? Não! Quem tem dinheiro. Está tudo mais do que errado, não temos mais nem pão e circo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe, o problema não é existir megaproduções. É ficar este disparate todo. Como pagar mais de cem reais em um ingresso? Na atual circunstância do salário de cada dia. Eu digo que é impossível, o povo não tem direito a um bom lazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exagero!?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há esperanças, existem pequenas verbas destinadas a grupos bem intencionados, com ótimos trabalhos sendo realizados, trabalhos preocupados em fomentar a cultura a um preço justo.&lt;br /&gt;Mas estes grupos precisam de um apoio, de um auxilio. Estes, fazem das tripas coração para conseguirem sobreviver e mostrar o trabalho de cada um, porque sem mostrar o trabalho de suas vidas não têm o porque sobreviver. Estou dizendo os verdadeiros amantes do trabalho que realizam, não daqueles que fazem para mostrar o seu “umbiguinho no meio”. Ai! Acho que machuquei alguém!&lt;br /&gt;Qual é a ajuda que este grupos precisam? Um espaço para apresentar seus trabalhos com qualidade para poder se manter com o dinheiro de seu trabalho e claro, um patrocinio é sempre bem vindo. Muito bem vindo. Um fomento é claro que é bem vindo também.&lt;br /&gt;Sabe, se um daqueles empresários que foram ao jantar decidissem dar um pequeno apoio...&lt;br /&gt;Ah UTOPIA!&lt;br /&gt;Uma garrafa de vinho de determinados almoços, não só o vinho mas o valor que foi gasto nela, só nessa brincadeira já se teria cerca de sete mil reais...&lt;br /&gt;Chega de utopia !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:kklaudio8@hotmail.com"&gt;kklaudio8@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://kaputtzwei.blogspot.com"&gt;http://kaputtzwei.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://equilibbrio.blogspot.com"&gt;http://equilibbrio.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-114943302952680708?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114943302952680708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114943302952680708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/06/numa-cidade-especfica-e-num-ano.html' title='Numa cidade específica e num ano adequado'/><author><name>Claudio Rosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18266899550782177045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-RZgEVcsIaXE/TY4dKEgxpEI/AAAAAAAAAbw/q9pXkUTEzA4/s220/SUNP0071.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-114821770325290017</id><published>2006-05-21T10:20:00.000-03:00</published><updated>2006-05-21T10:30:53.616-03:00</updated><title type='text'>Onde está o Dramaturgo?</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4930/2328/1600/crowdedstreets.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 361px; CURSOR: hand; HEIGHT: 217px; TEXT-ALIGN: center" height="195" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4930/2328/320/crowdedstreets.jpg" width="398" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A pergunta parece óbvia mas já a resposta...&lt;br /&gt;Eu me deparei com essa questão pela primeira vez quando vi o espanto nos olhos dos atores que estavam sendo entrevistados por nós para compôr o elenco do SuperNova. E logo se seguia a pergunta: “Mas são vocês mesmo os dramaturgos dos textos que iremos montar?” E antes que a gente respondesse vinha o comentário jocoso: “Achava que Dramaturgo era lenda, coisa morta !”&lt;br /&gt;Isso me deu um frio na espinha. Como assim, &lt;em&gt;coisa morta&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;Então me incumbi da missão de procurar exatamente onde se esconde esse tal de Dramaturgo. E aqui estão algumas pegadas, rastros mesmo, apenas isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha primeira parada foi na biblioteca mais próxima e lá encontrei e desencontrei muitos desses famigerados criadores de personagens. Confiem em mim! Eles estão lá, enfileirados e encabeçados por célebres cérebros. Mas ainda eram lendas, coisas mortas. Estará o Dramaturgo apenas nos grossos livros e ecos de vidas no passado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltei para casa e surprendentemente encontrei o Dramaturgo no canto do seu cômodo, num incômodo danado, com ótimas idéias trancadas na gaveta e planos de realizações. Porém este não é influente o bastante no meio teatral para ver suas palavras sendo distribuidas generosamente pela boca de um ator.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde no mesmo dia, passeando pela cidade, vi-o novamente , trabalhando num butequim para levantar um dimdim meio xinfrim para os seus curtos estudos cultos. Ah, isso eu também descobri. Dramaturgo estuda, mas não adianta procurar nas universidades. Lá não há, sequer quem ensine o dramaturgar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa outra esquina, pude encontrá-lo mais uma vez, queimando as pestanas nos pequenos grupos e núcleos de estudo mantendo vivo seus verbos com verbas alheias, aliando forças e empilhando horas de trabalho, numa certeza tão efêmera de chegar as vias de fato, de chegar nalgum lugar concreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De certo, o que eu tenho é apenas uma pista ainda, uma informação que para muitos será o início de uma excitante procura: O Dramaturgo está vivo! O fazer dramaturgico está vivo! Pulsando por trás de mil palavras pensadas e milhões de cenas perdidas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Alissandra Rocha&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - &lt;a href="mailto:alissandrarocha@gmail.com"&gt;alissandrarocha@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;visite também: &lt;a href="http://cntpteatro.blogspot.com"&gt;http://cntpteatro.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-114821770325290017?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114821770325290017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114821770325290017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/05/onde-est-o-dramaturgo.html' title='Onde está o Dramaturgo?'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-114762255295828064</id><published>2006-05-14T12:54:00.000-03:00</published><updated>2006-05-14T13:02:32.980-03:00</updated><title type='text'>Diálogos 2 - Dramaturgia em panorama</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/1600/Full_Theatre_Stage-pic1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/Full_Theatre_Stage-pic1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Participam da conversa: Alissandra Rocha, Claudio Rosa, Johnny Kagyn e Ricardo Avarih.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ricardo Avarih:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Acho que a dramaturgia foi de certa forma colocada em segundo plano. O que vemos hoje são grupos com uma marca autoral muito forte. Será que a dramaturgia para teatro precisa acompanhar as outras mídias (linguagem de TV, cinema, etc.) para se tornar mais atraente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alissandra Rocha:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas como se explicam peças que fazem enorme sucesso de público? Como as comédias da dupla Marcos Caruso e Jandira Martini, do Falabella e de tantos outros? Não estamos falando de boa ou má dramaturgia, mas estas peças acabam por ser bastante atrativas para o público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ricardo Avarih:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas o que é este “algo” que existe nos textos deles que não se encontra em outros?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Johnny Kagyn:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Acredito que a questão deva ser vista por um outro foco. É simples ver o porquê do sucesso destas peças. Primeiro, são comédias, e as comédias são uma espécie de porto-seguro para o público, pois é mais garantido ir a uma comédia e rir do que ir um drama e se emocionar. Segundo, é que todos os autores citados têm um trabalho dramaturgico em suas peças. Eles não são autores escrevendo para teatro. São dramaturgos que escrevem com conhecimento de mecanismos da dramaturgia. O Falabella, por exemplo, foi aos EUA para estudar dramaturgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alissandra Rocha:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Então este “algo” é o conhecimento da técnica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Johnny Kagyn:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sim. Acredito que é isso mesmo. Não podemos também afirmar que não temos dramaturgos e que não existe dramaturgia na cena paulistana. Temos sim, e podemos citar como exemplo Samir Yazbek, Mário Bortolotto, e alguns outros mais. Mas a questão é que maciçamente o que temos são “autores de teatro” e não dramaturgos. Pessoas que escrevem para teatro sem conhecimento técnico de dramaturgia, e que por extensão não podem ser chamados de dramaturgos. E porque isso acontece? Acredito que porque hoje existem poucos lugares onde você possa ir para estudar dramaturgia. E se existem poucos lugares para se estudar, por conseqüência poucos dramaturgos surgirão. Autores de teatro surgirão aos montes, dramaturgos não.&lt;br /&gt;Sem falar que existe uma cena que colocou a dramaturgia em segundo plano. Temos um teatro de diretor, o teatro de pesquisas do ator, o teatro de linguagem de grupo... E a conseqüência é que a dramaturgia vai ficando na periferia e até se vai criando certa resistência ao teatro que parte do dramaturgo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alissandra Rocha:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas além da resistência eu acredito que também exista uma surpresa. A gente pôde viver isso quando fizemos à seleção de atores. Os atores ficavam surpresos com os dramaturgos encabeçando um projeto. Quer dizer, a propriedade da idéia continua nas mãos de quem criou os textos, e por isso existe uma resistência por não ser algo comum. Mas acho que existem muitos atores que estão dispostos a trabalhar dentro desta proposta, bastando que pra isso a proposta exista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Claudio Rosa:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas para isso precisa existir a figura do dramaturgo, certo? Não basta apenas o autor teatral, aquele que escreve peças e pode até ter méritos de qualidade literária, mas que não tem o conhecimento técnico dos mecanismos da dramaturgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alissandra Rocha:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Acredito que um dos problemas que levam a este problema de termos a dramaturgia hoje na periferia da cena teatral, é que nos últimos, sei lá, 30 ou 40 anos acontece uma separação entre forma e conteúdo. E então existem os que defendem que o conteúdo na dramaturgia é mais importante que a forma, e quando o conteúdo é mais importante do que a forma você tem o panfleto, você tem a bandeira de guerra, você tem a ideologia em primeiro lugar. E isto é desinteressante. E no segundo grupo você tem aqueles que têm a forma como o mais importante. O que acaba resultando na vanguarda pela vanguarda e no hermetismo. E quando existe esta cisão o teatro perde por não estar total.  Talvez, a possibilidade de unificar as duas vertentes seja mais inclusiva para a dramaturgia. Pois a partir do momento em que você tem que buscar a melhor forma para um determinado conteúdo. E a melhor forma não virá apenas da dramaturgia, da direção ou ainda do ator. A melhor forma virá sempre do conjunto de soluções e camadas colocadas em cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Claudio Rosa:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa... Na década de 60,70 nós tínhamos vários dramaturgos atuantes, certo? Tanto que talvez os nossos dramaturgos mais representativos advenham desta época. Qual seria a explicação para a figura do dramaturgo ter ficado em segundo plano, ou na periferia da questão teatral como o Johnny disse, se já houve momento histórico tão diferente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Johnny Kagyn:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Temos que lembrar que nesta época, que é quando o teatro moderno surge no Brasil, aconteceu um movimento muito forte e organizado. Primeiro com o TBC e os encenadores estrangeiros que trouxeram os novos autores europeus e americanos para acena brasileira, depois com o Arena, que foi um grupo que se reuniu para encontrar uma linguagem própria, o chamado teatro nacional, mas através do estudo técnico. Então no Arena foram estudadas as técnicas da direção, técnicas para o ator e também técnicas dramaturgicas. Ou seja, nada aconteceu por acaso ali. Inclusive, um dos poucos lugares para a formação de dramaturgos continua a ser o Arena através do SEMDA, Seminário de Dramaturgia do Arena, hoje tocado pelo Chico de Assis. Mas houve todo um movimento de estudo e aprofundamento técnico para se obter os resultados, como por exemplo, de uma peça como “Eles não usam Black-Tie”. E lógico que isto teve reflexo na formação dos outros dramaturgos daquela geração. Mas depois da década de 60/70, eu não tenho conhecimento de mais nenhum “bum” no sentido de surgimento de dramaturgos. Sempre surgiu aqui e acolá um ou outro. Mas de forma tão maciça...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ricardo Avarih:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O que aconteceu foi mais um movimento de surgimento de grupos. No sentido que nasceram vários grupos, com linguagem própria e qualidade muitas vezes inquestionável, mas que eram frutos mais de um foco no ator e na direção que propriamente na dramaturgia. E começou a surgir a figura do cara que escreve para teatro e faz o seu teatro de um homem só, sem ás vezes ter conhecimento adequado de todos os processos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alissandra Rocha:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas este é justamente o autor de teatro e não o dramaturgo. É aquele ator que resolve escrever, tendo conhecimento do seu oficio de ator, mas sem nenhum domínio sobre técnicas de dramaturgia, ou ainda o diretor que conhece e domina o oficio da direção, mas também não tem conhecimento de dramaturgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Johnny Kagyn:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sem falar naqueles que não tem conhecimento técnico nem como ator, nem como diretor e nem como dramaturgo, mas que fazem de tudo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Claudio Rosa:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas voltando um pouco. Tirando o SEMDA, que ainda existe, onde as pessoas que querem ter conhecimento técnico podem ir para estudar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Johnny Kagyn:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sim. Este é um grande problema. O próprio SEMDA é um pouco restrito e pouco conhecido, pois não é uma escola com fins comerciais. Nas em poucas universidades o curso de Comunicação e Artes oferece a matéria dramaturgia. Inclusive parece que nem na USP, a Alissandra pode confirmar, pois cursou a ECA-USP, existe a matéria dramaturgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alissandra Rocha:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Realmente não existe. E o que muita gente faz é fazer uma optativa em cinema para roteiro. O que acaba sendo uma saída, mas não é o ideal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Claudio Rosa:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Então vocês acham que se, por exemplo, se estabelecesse a dramaturgia como matéria na USP, e se formassem 5 dramaturgos a cada curso, que seria uma solução?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alissandra Rocha:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Seria um bom começo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Johnny Kagyn:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Concordo. Pois isso com o tempo multiplica-se. É preciso lembrar que a universidade forma também professores. E com mais professores de dramaturgia a conseqüência é ter também mais dramaturgos e menos “autores de teatro”. E hoje o que acontece muito é autor de teatro dando aula de dramaturgia... (risos) O que é de certa forma uma perversão.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Conclusão aberta:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Existem sim muitos dramaturgos na cena atual. Porém é inegável que a dramaturgia foi relegada à periferia da questão teatral. Também é inegável o grande número de “autores de teatro” que não são dramaturgos, o que corrobora para que a cena seja dominada pelo teatro de pesquisa do ator e de estética do diretor. Pois de certa forma a falta de qualidade nestes “autores de teatro” justifica a busca por caminhos alternativos. Um caminho possível é o da formação de dramaturgos e para isso precisam existir mais “escolas”.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-114762255295828064?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114762255295828064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114762255295828064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/05/dilogos-2-dramaturgia-em-panorama.html' title='Diálogos 2 - Dramaturgia em panorama'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-114715880631106092</id><published>2006-05-09T03:09:00.000-03:00</published><updated>2006-05-14T00:53:01.320-03:00</updated><title type='text'>Dramaturgia Interrogação</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; Semanas atrás a minha amiga e companheira de SuperNova Alissandra Rocha me emprestou uma edição especial do “Caderno 2” do jornal O Estado de São Paulo publicada em 1995. Esta edição era totalmente dedicada à dramaturgia. Alguns encenadores, críticos e dramaturgos versavam sobre o papel da dramaturgia no teatro de hoje, no caso o de 1995.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Qual o papel da dramaturgia no teatro atual?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;De 1995 para cá o panorama continua o mesmo, teatro de diretor e algum teatro de ator. Nada de significativo surgiu em dramaturgia. E não estou falando em inovação, estou falando de qualidade e consistência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Em 2003/2004 surge a Cia. Dos Dramaturgos, grupo focado fundamentalmente em dramaturgia. É um primeiro passo. Em 2005 surge o SuperNova Coletivo de Dramaturgos, coletivo este criado principalmente para o estudo dramaturgico. É um segundo passo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;A dramaturgia reage?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Foram apenas dois passos. Qualquer coisa dita sobre os mesmos seria apenas especulação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;O que ficou claro, pelo menos para o SuperNova, é que a batalha é dura. Culturalmente está enraizado o teatro de diretor, de ator... Um teatro sem dramaturgo. Aliás, a proposta não é um teatro de dramaturgo, que fique claro, mas sim um teatro “com” dramaturgo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Dois passos em uma caminhada de quilômetros representam o quê?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Onde se formam os dramaturgos? Qual é a escola especializada? Qual atenção é dada à dramaturgia nos cursos superiores de artes cênicas? Quantos novos autores teatrais têm conhecimento técnico de dramaturgia? &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Qual o papel da dramaturgia num teatro sem dramaturgos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Dois passos foram dados. Significa que não estamos mais parados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Visitem o blog da Cia. Dos Dramaturgos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ciadosdramaturgos.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;"&gt;http://www.ciadosdramaturgos.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-114715880631106092?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114715880631106092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114715880631106092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/05/dramaturgia-interrogao.html' title='Dramaturgia Interrogação'/><author><name>Johnny Kagyn</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AQk4Eyj3N9I/TakJNSU62AI/AAAAAAAAAvY/JudPO_grP9k/s220/IMG_0033.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-114642060915623259</id><published>2006-04-30T15:08:00.000-03:00</published><updated>2006-05-01T12:32:25.826-03:00</updated><title type='text'>A função</title><content type='html'>Quem o senhor acredita ter sido importante em sua trajetória no teatro nacional?&lt;br /&gt;Se eu fosse agradecer por este momento tão especial em minha vida, eu teria que agradecer ao patrocínio, da "De A a Z Roupas", "N Recanto de Velhinhos", "XYZ Maquiagens de Ponta", "G Aços", "AF Perfumes da Vida", "CQ Restaurantes Vegetarianos", o Senhor Godofreudo, meu irmão, meu tio que está aqui presente e a toda lista apoiadores e patrocinadores que de alguma forma apoiaram e me deram a oportunidade de realizar todas as peças de teatro que fiz e olha que não foram poucas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que o senhor sentiu ao receber o grande prêmio de dramaturgia brasileira?&lt;br /&gt;Antes de qualquer coisa , eu gostaria de dizer que se não fosse o patrocínio da "Reason Editoras e Papelarias", "Restaurante Dante", foi muito excitante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual é o próximo trabalho?&lt;br /&gt;Estive conversando com a empresa de calçados que se ofereceu para patrocinar a próxima peça, e assim que eu fechar o contrato, aí sim é outra coisa, estou pensando em uma peça sobre o cotidiano nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da ficção a realidade, quais são as partes importantes para se fazer um bom trabalho ou uma boa peça teatral?&lt;br /&gt;Resposta de quem vos escreve:&lt;br /&gt;Dramaturgia de qualidade, um excelente diretor, ótimos atores, e uma série de profissionais que trabalham dia e noite para que a peça de fato possa entrar em cartaz.&lt;br /&gt;Dentre eles o produtor tem função específica de controlar as coisas que acontecem para não atrapalhar o desenvolvimento do diretor e dos atores. Função, esta, nada fácil. Correr atrás de tudo que falta para que a produção saia como planejada dentro do projeto, noites em claro, dias que passam voando, almoços trocados por janta, gastrite nervosa, quilos a mais e a menos, esta é uma parte do que se passa com os produtores. Mas é a função que lhe cabe, é a função que ele se propôs a realizar e muitas vezes aqueles que se dedicam com amor e comprometimento, palavra que ainda é a mais importante para mim, conseguem realizar com sucesso.&lt;br /&gt;Patrocinadores e apoiadores são importantes?&lt;br /&gt;Sim, muito importante diria importantíssimos, no entanto não mais importante que o texto, que a estética do diretor, e que o trabalho dos atores, dos maquiadores, dos operadores de som e luz , do faxineiro e do bilheteiro. Cada um é uma peça para formar A Peça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhar no teatro é sonho?&lt;br /&gt;É profissão e sonhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tanto:&lt;br /&gt;Quem você acha ser importante na sua trajetória na sua trajetória de vida no teatro nacional?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as peças importantes dentro da PEÇA, desde o dramaturgo ao bilheteiro, sem demagogia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você sente ao ver um trabalho sendo realizado?&lt;br /&gt;Satisfação e agradecimento a todos os envolvidos no trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual é o seu próximo trabalho?&lt;br /&gt;Como sou dramaturgo, escrever a próxima peça com todo respeito, comprometimento e prazer que tenho em trabalhar com esta arte.&lt;br /&gt;Como sou diretor, me entregar intelectualmente por completo ao próximo trabalho.&lt;br /&gt;Como sou ator, me doar de corpo e alma ao próximo personagem e trabalho.&lt;br /&gt;Como bilheteiro, atender da melhor maneira as pessoas e desempenhar com o maior sorriso no rosto a minha função.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dinheiro não existe trabalho e sem trabalho não existe dinheiro isso deveria ser a premissa.&lt;br /&gt;Não comentei nada sobre a função do Estado. Sobre isso, cada um de nós que trabalha com arte sabe qual é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;kklaudio8@hotmail.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-114642060915623259?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114642060915623259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114642060915623259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/04/funo.html' title='A função'/><author><name>Claudio Rosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18266899550782177045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-RZgEVcsIaXE/TY4dKEgxpEI/AAAAAAAAAbw/q9pXkUTEzA4/s220/SUNP0071.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-114584435637328401</id><published>2006-04-23T22:56:00.000-03:00</published><updated>2006-04-24T14:08:57.443-03:00</updated><title type='text'>Entrevista com a dramaturga Alissandra Rocha</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/1600/LI.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/LI.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote  style="font-style: italic;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;“Há sim uma grande preocupação minha em tocar o que não é normalmente tocado nas pessoas. Um lado mais sutil do entendimento das condições humanas. (...)”&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;SuperNova&lt;/span&gt; - Vamos começar já chutando a porta. Por que o teatro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Alissandra Rocha&lt;/span&gt; - Bem, acredito que o teatro é a maneira que eu encontrei onde posso expressar na total plenitude as minhas idéias. Acredito que escrevendo posso tornar objetivo meu universo subjetivo. Dirigindo atores posso trazer o subjetivo deles a tona, e atuando consigo fazer valer o subjetivo de outra pessoa (do dramaturgo), acredito que nas outras artes (música, plásticas), eu talvez não alcançaria essa plenitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;SuperNova &lt;/span&gt;- Você vem de uma família de músicos não é verdade? Como foi este afastamento da arte da família para o teatro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Alissandra Rocha&lt;/span&gt; - Bem, na verdade minha família tem raízes no circo. Minha avó Alair Rocha tem uma vasta história no circo brasileiro. Acho que minha fonte de memórias artísticas está nesta parte da família. Minha irmã é musicista e desde pequena tenho contato com as dores e as delícias de ser artista. Quando pequena eu também fiz aulas de piano para agradar esse lado musical da família, mas não pode ter agrado melhor para os Rocha do que a escolha que fiz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;SuperNova &lt;/span&gt;- Quais foram os artistas que lhe influenciaram e influenciam nas suas escolhas como artista?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Alissandra Rocha &lt;/span&gt;- Bem, essa pergunta é muito relativa. Em cada momento da minha vida houve uma descoberta de grandes seres humanos que deixaram coisas inspiradoras. Posso dizer que hoje carrego comigo alguns ensinamentos de alguns deles, "artistas" ou não. De Peter Brook e Antonio Januzelli ( Janô ) a direção consciente. De Beckett, Tennessee Williams a dramaturgia cuidadosa. Fora muitos e muito teóricos que carrego debaixo do braço. Mas direção consciente e dramaturgia cuidadosa, isso é que me interessa no que foi deixado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;SuperNova&lt;/span&gt; - Como foi a sua integração e participação na criação do SuperNova Coletivo de Dramaturgos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Alissandra Rocha&lt;/span&gt; - Eu conheci o conceito antes mesmo de ser SuperNova. Algumas pessoas estavam reunidas no ORKUT através de uma comunidade sobre autores de teatro. Comecei a me interessar pela discussão de uma preocupação com a qualidade da dramaturgia criada hoje em dia, e vi que as pessoas iam se encontrar para formar um núcleo de estudos. Também fui e me identifiquei de cara com a proposta de profissionalização do dramaturgo. Como diretora estava acomodada no fato de montar bons textos de Shakespeare, Moliére, Tennessee Williams, Beckett, mas como dramaturga sentia falta de aprimoramento e domínio de técnicas. Então depois de algumas reuniões solidificamos o SuperNova como um grupo de estudos e aperfeiçoamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;SuperNova &lt;/span&gt;- Você está dirigindo a peça “Da Criação da Cena”. Como é a experiência de direção agora dentro do processo do SuperNova?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Alissandra Rocha&lt;/span&gt; - O Coletivo tem uma estrutura muito bem fundamentada. A realização de um espetáculo só deve existir depois da construção de uma base em que o espetáculo se sustente. Isso casa com o ideal de disciplina que eu tenho no teatro. Tenho o prazer de estar totalmente envolvida com todos os processos desta montagem. Além da direção deste espetáculo, participo também, pela primeira vez, da produção. Isso está me dando uma vivência global do fazer Teatral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;SuperNova &lt;/span&gt;- O que você pode nos dizer sobre a sua peça Eterno Ato de Sempre Ir, que faz parte desta primeira colheita do SuperNova?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Alissandra Rocha&lt;/span&gt; - Posso dizer que essa peça só existe em conseqüência da minha participação no SuperNova. Eu comecei a escrevê-la em 2000 na faculdade, quando tive que fazer um trabalho para a matéria “Fundamentos da Comunicação Humana”. Para o momento serviu aos propósitos ilustrativos do trabalho. Mas quando decidi retomar esse texto fui notando a necessidade de transformar o conhecimento que eu tinha, vindo apenas da observação, em algo que eu pudesse dominar e ter consciência do que estava fazendo. Por isso o texto tal como ele é hoje só existe por causa dos avanços que fizemos nos trabalhos do SuperNova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;SuperNova&lt;/span&gt; - Como você vê atualmente o Teatro no país?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Alissandra Rocha &lt;/span&gt;- Essa pergunta é extremamente difícil posto que estamos falando de um país imenso com multiplicidades culturais. O que posso dizer sobre o que vejo é que estamos há muito tempo neste movimento de achar saídas inusitadas em situações de extrema dificuldade. A falta de uma política cultural decente nos obriga muitas vezes a mostrar um produto mal acabado e de baixa qualidade. Mas algo nisso tudo me anima. Percebo que aqueles grupos que se mantêm fiéis ao seu ideal de qualidade e profissionalismo sempre conseguem achar um respiro e continuar seu desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;SuperNova&lt;/span&gt; - E a dramaturgia, especificamente, você acha que passa pelo mesmo processo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Alissandra Rocha&lt;/span&gt; - Existe algo no teatro há uns bons anos que se chama “processo colaborativo”.  Algo que o grupo Vertigem desenvolve com extrema qualidade e brilhantismo. Eu também trabalhei um bom tempo na universidade com esse processo. Mas infelizmente, acredito que são raros os grupos que conseguem desenvolver boa dramaturgia com esse processo. Às vezes vira um pastiche de idéias, algo que agrada apenas quem esteve participando do processo. Acontece algo que não é verdadeiramente teatral. Não há nada que possa realmente ser aproveitado dessa dramaturgia Frankenstein.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;SuperNova &lt;/span&gt;- Mas e a dramaturgia autoral? Está esquecida e negligenciada? É isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Alissandra Rocha &lt;/span&gt;- Bem, hoje o que vemos é peça de diretor, certo? Ele escreve, ele corta, ele adapta... Talvez esteja sim faltando alguma qualidade na dramaturgia autoral atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;SuperNova &lt;/span&gt;- Falando em autoral, quais são as suas vontades autorais enquanto dramaturga? O que Alissandra Rocha deseja dizer com suas peças?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Alissandra Rocha&lt;/span&gt; - Como eu disse anteriormente a necessidade da dramaturgia no meu trabalho é trazer meu universo subjetivo a tona. Eu tenho um mundo de coisas que gostaria de externar, mas tenho que encontrar a melhor forma de apresentá-las. Então não é só a busca de uma "história" interessante para contar, é achar a melhor forma de tornar isso vivo e vibrante aos olhos de todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;SuperNova &lt;/span&gt;- Você  enquadra a sua dramaturgia em alguma escola estética ou gênero?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Alissandra Rocha &lt;/span&gt;- Não sei ainda. Há sim uma grande preocupação minha em tocar o que não é normalmente tocado nas pessoas. Um lado mais sutil do entendimento das condições humanas. Algo onírico e metafórico. Talvez isso eu tenha o cuidado de preservar nos meus textos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;SuperNova &lt;/span&gt;- E no momento está escrevendo algo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Alissandra Rocha &lt;/span&gt;- Sim. Estou no início de um processo de estudo com o SuperNova. Vou tentar trabalhar com o conceito do homem diante de algo maior que ele, o destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Alissandra Rocha é atriz, diretora e dramaturga.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Seus Blogs:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);" href="http://espacosideral2.blogspot.com/"&gt;Espaço Sideral&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 102);" href="http://zentabem.blogspot.com/"&gt;Zen Tá Bem!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-114584435637328401?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114584435637328401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114584435637328401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/04/entrevista-com-dramaturga-alissandra.html' title='Entrevista com a dramaturga Alissandra Rocha'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-114523515369551907</id><published>2006-04-16T21:49:00.000-03:00</published><updated>2006-05-11T15:17:02.920-03:00</updated><title type='text'>Criação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;blockquote style="font-style: italic;"&gt; Você não pode solucionar a vida. A vida não tem solução. A gente encontra soluções dramáticas (cênicas) e põe fim à peça. Você não precisa consertar o planeta.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Dentro da dramaturgia, sempre foi levantada a questão do quanto o mithos, a essência arquetípica de uma narrativa, está presente no instante da criação cênica. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Uma visão do que constrói o texto dramático é aquela que entrevi com duas figuras com que tive o prazer de Dramaturgar: José Rubens Siqueira e Gabriela Rabelo. Zé e Gabi, como acabamos chamando-os após cessadas as formalidades da relação aprendiz/mestre, reviravam o texto do palco com os olhos de quem vê uma paisagem e a coloca em um quadro. Há mil maneiras de se fazer isso, mas o mais importante é que aquele que fitar o quadro deve sentir o mesmo impulso de quem transformou paisagem em tela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;O mito, segundo as milhares de discussões acerca do assunto, não é pensado, não surge do exercício racional, e nem precisa disto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;E antes que alguém julgue se isto é poesia, eu afirmo: É, e no seu mais alto grau. A arte dramatúrgica existe graças à poesia, e se o canto das musas a cada um surge de uma forma diferente, ela não deve ser refreada por nada até que se complete e interiorize.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Comecemos com a palavra. Esta é fruto de uma cultura, e em seus diversos graus de entendimento, como linguagem, signo, expressão, idioma, código ou nome, carrega por si só um enorme peso, e aquele que joga e brinca com a palavra em seus diversos ângulos, ou mesmo aquele que as despeja sem contenção sobre o papel, já obtém sem esforço um calhamaço de significados e significantes suficientes para que surja, repentino e sem avisos, a face do universo interno da criação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;As diversas culturas criaram necessidades estruturais específicas conforme aquilo que seus idiomas melhor expressam. As línguas saxãs possuem predominantemente narrativas onde a repetição temática de uma idéia a reforça. As línguas greco-latinas caminham essencialmente em uma trilha obscura, onde cada passo o leva a um destino invisível na névoa, até que abruptamente este revela-se. As línguas indo-mongóis costumam ter uma certa simplicidade que minimiza a importância da linearidade, e privilegiam o detalhamento externo do gesto e imagem em seu palco devido à impossibilidade da língua de dizer tudo o quanto é preciso com o idioma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;E então a idéia que moverá o texto, seu assunto ou idéia central. Há duas formas disto surgir: você pensa no que quer dizer ou então te aparece na frente algo do qual não poderá fugir. De qualquer forma, isto agirá conforme um tema escolhido para tal, caso isto também não apareça junto do restante do pacote. O tema é inespecífico (pode ser “viagem”, por exemplo, ou violência urbana, embora neste caso ela possa ser mais do que o tema, se for aprofundado).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Especificar ambos é bom pois quando engripa e não sai nada, ajuda a recuperar a idéia inicial e desvendar caminhos do que queremos contar. Não é obrigatório, entretanto. Isto te guia e vai fazer a peça funcionar. Não a tempestade cerebral ou os seus cabelos brancos em criá-la. O tema NÃO IMPORTA. Ouse. Chute o pau da barraca. Tem que levar à beleza tragicômica, à falha do extremo. Despontar o Mithos. Botar o dedo na ferida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;E de onde vem a criação?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Mozart dizia que a inspiração para ele vinha como um soco, numa só porrada. E se matava em noites para passá-la para o papel antes que fugisse, de uma só vez, sem dormir ou comer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Intermediário, o que Hermeto Pascoal faz é surreal quanto a inspiração. Ela é quase uma iluminação mística serena, um dom. Sem receber de um susto as composições, ele convive com aquele universo até que chega o momento onde ele permite ser levado ao mundano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Já em outro extremo, “O mágico de Oz” tem uma estrutura que é racional, tem cara de que foi muito calculada e ainda assim tem todo o peso do mundo. E funciona.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Não importa como surge o mote que te arrasta ao criar, se é um iceberg que rebenta na sua frente ou o resultado de uma escolha ou necessidade acerca do que deve ser dito: Quando você está com o terreno arado para receber, seu pensar está conectado ao que o cerca para sacar o mundo em uma só frase, em um papel na rua, em uma conversa, o “CRIAR” já está presente. É o impulso, o soco de Callíope, um 7 numerológico. E, apenas depois de sugado o momento da criação, podemos nos preocupar com a ordenação eficaz da arte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Lembrete: “Não adianta me ensinar (Racional), eu é que tenho que aprender (iluminado)”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;O eficaz é racional. O criado não. Cada qual tem seu papel no momento criativo, e um não pode ferir o que o outro traz. A coerência, a correta pontuação e escolha de palavras para tornar à prova de más interpretações, tudo isso aparece no momento posterior ao do surgimento da imagem que vamos passar ao palco, nesta visão do processo dramatúrgico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Assim, a preocupação com a profundidade do tema torna-se irrelevante. Conte a mais simples história tribal. Se ela trouxer a conexão com o que a cerca, se a linguagem for afiada, se o seu cerne criativo, não importa como tenha vindo, cumpre com o que despontou como essência da história, o “Mithos”. Desencana de salvar o mundo ou de dar o melhor e mais original tema do planeta. Ele não precisa ser absurdamente rico, ou complexo. No fim das contas, tudo se reduz ao tenebroso “E DAÍ?”. Então, relaxa. Deixa sair algo do seu objetivo. E mais, entregar-se. Dar-se ao texto, à carpintaria da peça, e você se doar a ela. E taca a lata de lixo do teu lado. Lembre-se: é a punheta que te faz aprender a trepar. Dedicai-vos. Tire o Davi daquele monte de mármore, se entregue ao pesado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;E quando menos esperar, sua historinha tribal se torna “Édipo Rei”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right; font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Ricardo Avarih é biólogo, ator e dramaturgo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-114523515369551907?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114523515369551907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114523515369551907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/04/criao.html' title='Criação'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-114460340105348592</id><published>2006-04-09T14:09:00.000-03:00</published><updated>2006-05-11T15:18:17.920-03:00</updated><title type='text'>Diálogos 1 - O teatro é espelho ou martelo?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center; color: rgb(192, 192, 192);"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;A conversa girou em torno da função de uma obra de arte na sociedade.  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Johnny Kagyn, Alissandra Rocha e Claudio Rosa&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; começaram a conversa partindo de uma frase de Bertold Brecht dita por Paul Haggis no discurso de agradecimento pelo prêmio de melhor roteiro original por “Crash – No limite”.  A frase diz que a arte é um martelo com poderes e funções modificadoras da sociedade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Johnny Kagyn&lt;/span&gt;:  Como artista gostaria que fosse possível ser Martelo. Mas poucas obras têm esse poder de transformar, moldar uma sociedade. E quando o faz, é pessoal, modifica um indivíduo e não um coletivo. A maioria das obras são espelhos e fazem refletir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 102);"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Alissandra Rocha&lt;/span&gt;:&lt;/span&gt;  Para uma obra “mexer” na sociedade, modifica-la, ela (a obra) deve tocar no código moral dessa sociedade, na tradição, posto que a vida em sociedade seja permeada por essas leis morais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;Claudio Rosa:&lt;/span&gt;  Mas quando a gente diz espelho, mostrando e fazendo o receptor refletir, isso já não um martelo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;ARocha:&lt;/span&gt;   Não é só a reflexão, é fazer a modificação também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;JKagyn:&lt;/span&gt;   Veja o exemplo de Brecht: O que é o Teatro Épico? Brecht queria que o público assistisse, pensasse, usando a razão, para modificar. No nosso teatro “tradicional”, você faz o espectador sentir, purgar.. O teatro dramático não necessariamente faz o espectador agir, e sim purgar, se aliviar e se sentir diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;CRosa:&lt;/span&gt;   Hoje? Qual é a necessidade da sociedade? Ter um espelho ou um martelo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;JKagyn:&lt;/span&gt;   Eu acho que a necessidade, não é da sociedade e sim do artista. Mas vamos tomar o Romantismo como exemplo de transformação social. A nossa educação e a cultura ocidental são basicamente doutrinadas pelo pensamento romantinco, e quando digo isto não estou só me referindo ao amor romantico... O Romantismo (literatura, pintura, a música, filosofia..). modificou inteiramente a sociedade ocidental, e não só daquele período. Ou seja, foi martelo. Mas e vc Claudio, qual sua necessidade como artista?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;CRosa:   &lt;/span&gt;Passa desde de uma necessidade egoista, de querer expressar o que está dentro de mim. Mas ainda não há definição pra mim, do que é ser espelho e do que é ser martelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;JKagyn:&lt;/span&gt;   Por exemplo: Ricardo III espelha a maldade em cada um de nós. Mas vc purga isso, libera... A peças reflete o que somos, e nos dá um controle social, porque vc purga e se sente um cidadão melhor. Martelo, te faz pensar e agir na sociedade. Mesmo que não seja uma grande mudança social, mas que o receptor da obra se modifique.  A minha necessidade é mista. No sentido de que, eu quero modificar o indivíduo. A sociedade é uma consequência maior... Fazer aquela pessoa pensar algo que ela nem pensavam, sentir algo que não sabia que podia sentir. Assim como Brecht, não me agrada levar a pessoa a um pensamento, manipula-la para chegar a uma conclusão exposta. O meu desejo é fazer pensar e sentir, e a partir daí deixar que a pessoa tome sua decisão, chegue a sua própria conclusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;CRosa:&lt;/span&gt;   Apontar e modificar. Vai de quem recebe a obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;ARocha:&lt;/span&gt;   Gostaria de ser Martelo. Gostaria de poder sim  transformar uma dada sociedade. Mas entendo que é utópico, não porque a arte não dê conta disso, mas porque eu não acho que sozinha conseguiria fazer isso. Teriam que existir conjunturas favoráveis para  a inserção de uma arte transformadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;JKagyn:&lt;/span&gt;   Acho que o teatro não é a melhor forma de modificar a sociedade. Vide Brecht. Ele escreveu coisas ótimas sobre uma sociedade, queria modifica-la, mas a sociedade alemã não se modificou em absolutamente nada, nenhuma sociedade se modificou com suas peças.  Ao lutar contra o Capitalismo massificante, ao mesmo tempo, não enxergou o que acontecia no seu quintal, o crescimento da Alemanha nazista. Suas peças sobre o nazismo são posteriores ao que aconteceu, e ironicamente foram escritas nos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;CRosa:&lt;/span&gt;   Mas é inevitável o artista querer a mudança social?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;JKagyn:&lt;/span&gt;   Eu não quero. Não acredito numa mudança, como a Alissandra disse, É utópico!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;CRosa:&lt;/span&gt;   Mas se você coloca a obra na sociedade, vc já está modificando. Agora, grande atos, causar comoção...são outras coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;ARocha:&lt;/span&gt;   Mas eu não acho que as modificações sociais acontecem com grandes atos, ou coisas grandiosas causando comoção geral... é a modificação ética que conta, indivíduo por indivíduo, modificando seu olhar sobre o seu meio. Observando e agindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;JKagyn:&lt;/span&gt;   Vamos pegar as obras máximas: gregos e seu conjunto de artes: modificaram.  Shakespere... Eu quando assiti Shakespeare saí modificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;ARocha:&lt;/span&gt;   Mas não acredito que todos os que tiveram contato com Shakespere se modificaram. Podem ter se emocionado pela identificação, mas não agiram modificando-se ou modificando seu meio. Talvez o conceito de martelo e espelho, esteja no receptor. O que ele faz com aquilo que recebe.  Shakespeare era ele próprio um espelho da sociedade em transformação, não foi sua obra o agente modifcador. Era ele também modificado pelo contexto social.  A sociedade em que sua obra foi composta já estava em transformação e ele também participava de algo maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;JKagyn:&lt;/span&gt;   Então a arte é só uma parte do martelo e não o martelo em si?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;ARocha:&lt;/span&gt;    Mas também me pergunto se a arte dos gregos ( filosofia, teatro, arquitetura... ) nos transformou pela funcionalidade dela na sociedade. Se modificou todo um modo de lidar com o mundo é porque tinha uma função social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;CRosa:   &lt;/span&gt;E a semana de 22? Martelo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;ARocha&lt;/span&gt;:   Uma das partes do Martelo. Existiam outros aspectos a se considerar para que a Semana de 22 tivesse a visibilidade que teve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;JKagyn:&lt;/span&gt;   Cenário Político, cultural e social, outras  partes do martelo. Mas não acho que a Semana de 22 tenha sida uma ruptura com o que já existia ou uma “mudança”, foi apenas uma adequeção da arte aos conceitos já em desenvolvimento. Não ouve modificação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;CRosa:&lt;/span&gt;   Por exemplo, o que existe hoje em dia em São Paulo, a Virada Cultural. É uma mudança social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;JKagyn:&lt;/span&gt;  Mas não tem nada a ver com cultura. É entretenimento. Não muda nada. A intenção de um evento como a Virada Cultural é de levar intretenimento ao povo. Não tem o viés ideologico de ser agente de transformação. Cada obra artistica que participa até pode ter esta intenção, mas o evento como conjunto não tem esta intenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Conclusão Aberta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;A arte tem sim o poder de modificar, mas é apenas parte de um grande martelo. As mudanças acontecem “também” pela arte, mas não única e exclusivamente por ela.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-114460340105348592?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114460340105348592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114460340105348592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/04/dilogos-1-o-teatro-espelho-ou-martelo.html' title='Diálogos 1 - O teatro é espelho ou martelo?'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-114421301413907290</id><published>2006-04-05T01:56:00.000-03:00</published><updated>2006-05-11T15:19:06.610-03:00</updated><title type='text'>II Mostra de Leituras Dramáticas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; II MOSTRA DE LEITURAS DRAMÁTICAS DO SUPERNOVA COLETIVO DE DRAMATURGOS (Especial Projeto Colheita)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/3439/2050/1600/da%20cria%3F%3F%3F%3Fo%20logo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3439/2050/400/da%20cria%3F%3F%3F%3Fo%20logo.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Peça: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Da Criação da Cena&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Autor: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Direção: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Alissandra Rocha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Atores: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Ricardo Avarih; Evando Lustosa; Márcia Nestardo; Fernanda Sanches&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Duração: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Aproximadamente 40 minutos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Sinopse:&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt; A partir da distração do dramaturgo com um comercial de TV, personagens de sua peça se rebelam e expõem todo o pensamento do dramaturgo no momento da criação de sua obra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;DATA: 09/04/2006 ( DOMINGO )&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;HORA: 19h00mins&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Local: Cia. Das Artes – Rua Domingos de Morais nº1497 (em frente ao metrô Vila Mariana)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;ENTRADA GRATUITA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-114421301413907290?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114421301413907290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114421301413907290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/04/ii-mostra-de-leituras-dramticas.html' title='II Mostra de Leituras Dramáticas'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-114398312234491700</id><published>2006-04-02T09:33:00.000-03:00</published><updated>2006-04-02T10:05:23.100-03:00</updated><title type='text'>A parte que me cabe neste latifúndio</title><content type='html'>Nesta primeira fase do Projeto Colheita, estou desenvolvendo dois papéis: Diretora e Produtora. Funções que aos olhos de muitos são exatamente a mesma coisa; de outros tantos, esses dois seres são totalmente antagônicos: O Diretor é o rato e o Produtor é o gato. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de me embrenhar nesta segunda função, a de Produtora, eu também tinha uma visão equivocada da real necessidade de um Produtor num espetáculo. Entendia que o Diretor, responsável pela concepção estética, pelo processo de aprofundamento do texto, pelo desenvolvimento de uma visão global do espetáculo, era em si o responsável também por botar a peça em cartaz, por conseguir a realização total do espetáculo. &lt;br /&gt;Hoje entendo que se o Diretor se coloca como o “manda-chuva” do processo de viabilização do espetáculo, teremos algo muito comum hoje em dia no Brasil: Diretor que não dirige, e Produtor que não produz.  &lt;br /&gt;O que ocorre neste caso é que o Diretor se sente sufocado pelo ritmo frenético de elaboração de projeto para patrocinadores, leis de fomento, fechamento de espaços para apresentações, venda de espetáculo, etc, coisa que o Diretor realmente não deve se preocupar.  E os produtores por sua vez, não tendo respostas práticas e precisas dos Diretores sobre cenário, figurino, iluminação, enfim, a visão estética em si, ficam de mãos atadas e acabam vendendo um espetáculo que nem eles, os produtores, sabem do que realmente se trata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí está o embrólho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não somos tão antagônicos assim, mas também somos seres distintos apenas por nossas funções distintas, por isso não há motivo para perseguição, muito menos tempo suficiente para brincarmos de mocinho e bandido. Diretores e Produtores da Brasil, UNI-VOS!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-114398312234491700?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114398312234491700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114398312234491700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/04/parte-que-me-cabe-neste-latifndio.html' title='A parte que me cabe neste latifúndio'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-114337645309910109</id><published>2006-03-26T09:15:00.000-03:00</published><updated>2006-05-12T04:27:39.510-03:00</updated><title type='text'>Entrevista com o dramaturgo Claudio Rosa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/1600/Claudio%20Rosa.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/Claudio%20Rosa.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; “Nenhuma e todas. Idéias, eu tenho um monte”. Esta é a resposta de Claudio Rosa ao ser questionado qual será seu próximo texto teatral. Homem de poucas palavras, Claudio canaliza toda a sua inquietação para a produção de textos teatrais que, por enquanto, não se classificam facilmente num só gênero teatral.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Claudio, 25 anos, estudou Letras na Fundação Santo André. Apaixonado por literatura, escreve poesias desde os 12 anos. Agora ele mergulha nos estudos e na prática da dramaturgia, influenciado pela paixão que vê na esposa, Alissandra Rocha (atriz, dramaturga e diretora), pelo teatro. Seu texto “Da Criação da Cena"  é um dos que compõem o Projeto Colheita, do SuperNova Coletivo de Dramaturgos, que pretende levar ao palco a montagem de dois textos, em julho deste ano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SuperNova&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– Você pode começar falando de seu interesse por arte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– &lt;/span&gt;O meu interesse por arte começou na literatura, desde os 12 anos de idade. Sempre me interessei pela poesia. Participei de alguns concursos de poesias. Em 2004 comecei a fazer poesias de cunho social. E desde 2005, com a proposta do SuperNova, passei a me interessar por teatro. O resultado deste contato resultou no texto “Da Criação da Cena” (um dos textos em fase de montagem dentro do Projeto Colheita - Do Dramaturgar ao Teatrar).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SuperNova&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– Como está sendo a sua adaptação à dramaturgia?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– &lt;/span&gt;Gratificante. Estou colhendo frutos mais rápido. Os resultados são mais imediatos, os estudos são mais direcionados. Por outro lado este período é frustrante porque não encontrei na literatura o mesmo ritmo. O teatro é mais aconchegante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SuperNova&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– Tecnicamente, como foi esta transição?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt; – Primeiro eu tive que esquecer a forma como eu criava na literatura. Depois precisei me ater a regras que não tinha conhecimento. A dramaturgia é outra forma de construção. É preciso saber que aquilo que se escreve estará vivo, na boca de alguém. Ao mesmo tempo em que é gratificante, é difícil também. &lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SuperNova&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– A sua esposa, Alissandra Rocha, é de teatro. Você se sentiu influenciado ou pressionado pelo fato de estar com uma artista de teatro?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt; – Procuro não pensar nisso várias vezes. Não me sinto pressionado. Tenho contato com as coisas que ela faz e vê no teatro.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SuperNova&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– Mas ela lhe influenciou?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt; – Eu fico encantado e apaixonado ao ver a paixão dela pelo teatro.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SuperNova&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– O que o conhecimento nas outras formas narrativas influenciou no seu trabalho em teatro? Você teve que adaptar o que já sabia para escrever para teatro?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt; – Vou responder falando da primeira peça que escrevi: “Bi-Vazio” (2005). Apresentei o texto e disse: “falem se isto é uma peça”. Não vou nem falar o que o Johnny (Kagyn) disse e que acabou comigo (risos). Na realidade havia um diálogo entre duas personagens. Eu achava que por ser diálogo era teatro. E não era. Percebi que faltava ação cênica. Foi quando percebi que não poderia simplesmente levar a literatura para o teatro.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SuperNova&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– Você tinha algum preconceito em relação ao teatro? Se tinha, como você o vê hoje? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt; – Eu achava que  texto poderia ser adaptado ao teatro. É mentira. Não dá para pegar um conto do Voltaire e transpor  para a dramaturgia. Ao transpor, o conto já não é mais a mesma coisa. E o texto literário não pode ser a mesma coisa que um texto que foi escrito especialmente para o teatro.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SuperNova&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– Que outro preconceito?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt; – Quando não temos contato próximo, achamos que os artistas estão divagando, alheios à realidade. Hoje tenho outros conceitos dentro do teatro e criei aversão a certas coisas.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SuperNova&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– O que, por exemplo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt; – A falta de comprometimento. Não adianta nada uma pessoa dizer que ama o teatro e não mostrar comprometimento.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SuperNova&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– No teatro, o que lhe dá vontade de continuar?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt; – Eu pensei que era fácil de fazer e não é. O que me move a fazer é a vontade de aprender. Tenho interesse em escrever, dirigir e, em último lugar, atuar. Quero um dia olhar uma peça e saber que ela é redondinha, que é dramaturgia. Que ninguém olhe e diga “é literatura!”. Quero que os textos tenham uma estrutura legal e coerência.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SuperNova&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– No workshop com os atores do SuperNova você participou intensamente. Isto mexeu com você, no seu trabalho de dramaturgo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; – O que a prática dos exercício de atores influenciou no dramaturgo? Nada. Mas a experiência me despertou o interesse em conhecer o trabalho do ator, que tem que ter corpo disponível para o teatro.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SuperNova&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– Você  agora está trabalhando como assistente de direção. Que está achando desta experiência?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt; – Estou vendo como um diretor inicia um processo para dar vida ao texto dramatúrgico. Estou tentando separar bem as funções. Nos ensaios eu sou um aprendiz e assistente de direção.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SuperNova&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– Há alguma temática que lhe interessa abordar com mais  freqüência em seus textos?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt; – Quero cutucar mais  o lado social no teatro. Quero mexer nas feridas das questões sociais. Enquanto eu ver uma pessoa no meio da rua vou me inspirar a escrever sobre estes assuntos.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SuperNova&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– Então o texto “Da Criação da Cena”, por fazer meta-teatro, é um caso isolado deste seu interesse?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt; – “Da Criação da Cena” é um divisor de águas. Foi uma forma de abrir caminho para abordar outras questões como as sociais. &lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SuperNova&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– Quais são os seus modelos?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt; – Plínio Marcos e Denise Stoklos. O que gosto na obra do Plínio é a maneira verdadeira como ele coloca as situações. Sentimos vida no texto dele. Quanto a Denise, o que me agrada é maneira como ela atinge o público. O trabalho dela tem cunho social.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SuperNova&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– Há um gênero onde você sente que aprofundará o seu trabalho?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt; – Não, não há.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SuperNova&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– Seus textos não são fáceis de  enquadrar em um gênero?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt; – No meu caso esta indefinição existe porque estou em processo de desenvolvimento. Tenho certeza que no aprofundamento dos estudos vou tender para um lado.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SuperNova&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;– E como andam os estudos em dramaturgia?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt; – Acabei de ler “A Dança Final”, de Plínio Marcos. Estou na metade da leitura de “Seis Personagens em Busca de um Dramaturgo”, de Pirandello.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SuperNova&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; – Qual a sua próxima peça?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt; – Nenhuma e todas. Idéias, eu tenho um monte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Blogs de Claudio Rosa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);" href="http://equilibbrio.blogspot.com/"&gt;Equilibrio&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&amp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://spaces.msn.com/kapputkklaudio8/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Kaputt&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-114337645309910109?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114337645309910109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114337645309910109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/03/entrevista-com-o-dramaturgo-claudio.html' title='Entrevista com o dramaturgo Claudio Rosa'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-114275207129881839</id><published>2006-03-19T03:48:00.000-03:00</published><updated>2006-03-19T04:07:51.310-03:00</updated><title type='text'>É o ator um inimigo de si mesmo?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Olhe para si e para o caminho que o trouxe até aqui. É um caminho longo, curto? Não importa a extensão o que lhe trouxe até aqui foram sonhos. Sonhos íntimos. Sonhos inconfessáveis. Sonhos. Olhe para si e veja apenas você mesmo. Seus olhos, seu caminhar, a maneira como seus braços balançam. Seus medos, seus erros, o que te fez chorar. Este é você, o ator.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Agora sem deixar de enxergar a si próprio, responda: o quanto você está disponível a mostrar deste corpo, desta alma e desta mente? Pouco, muito?&lt;br /&gt;Agora, considerando-se apenas ator e não mais ser humano, olhe para si como instrumento.&lt;br /&gt;Olhe clinicamente para cada parte deste instrumento. Analise impiedosamente tudo.&lt;br /&gt;A única pessoa a quem você não deve enganar é a si mesmo. Liste suas virtudes. Liste suas imperfeições. Seja impiedoso consigo mesmo.&lt;br /&gt;Enxergue-se como o seu próprio inimigo. Aquele a quem você deve vencer, superar e subjugar. Quanto você está disposto a subjugar de si mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser ator exige uma busca e uma luta constante dentro de si mesmo. Exige que se seja sincero. Exige disponibilidade para se expor. Exige coragem para ver suas imperfeições e livrar-se de suas máscaras sociais.&lt;br /&gt;Você está disposto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhe!&lt;br /&gt;Trabalhe para vencer seus automatismos, suas idiossincrasias, seus limites e seus domínios.&lt;br /&gt;Trabalhe para criar a personagem. Trabalhe para destruir-se.&lt;br /&gt;Esteja disponível para o erro. Busque o acerto.&lt;br /&gt;Agora pare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deste ponto em diante lhe será exigida a disponibilidade.&lt;br /&gt;Deste ponto em diante lhe será exigida a vulnerabilidade verdadeira.&lt;br /&gt;E apenas você pode verdadeiramente fazer estas exigências.&lt;br /&gt;Leve em consideração que ir além deste ponto pode significar destruir-se dolorosamente; e continuar neste ponto vai significar acomodar-se no seu confortável nível atual.&lt;br /&gt;Por você só você mesmo deve decidir.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Johnny Kagyn&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;kagyn@msn.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://infinitoparticular.blogspot.com/"&gt;http://infinitoparticular.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;NO PRÓXIMO DOMINGO:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Entrevista com o dramaturgo &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;Claudio Rosa&lt;/span&gt; e artigo assinado pelo ator, diretor, músico e dramaturgo &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;Fábio Pinheiro&lt;/span&gt;. Não percam!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-114275207129881839?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114275207129881839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114275207129881839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/03/o-ator-um-inimigo-de-si-mesmo.html' title='É o ator um inimigo de si mesmo?'/><author><name>Johnny Kagyn</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AQk4Eyj3N9I/TakJNSU62AI/AAAAAAAAAvY/JudPO_grP9k/s220/IMG_0033.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-114048477413737059</id><published>2006-02-20T22:05:00.000-03:00</published><updated>2006-03-03T23:15:22.736-03:00</updated><title type='text'>Selecionados 2ª Fase</title><content type='html'>Atores escolhidos para compor o elenco do SuperNova Coletivo de Dramaturgos na 2ª Fase de Seleção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);font-family:lucida grande;" &gt;Ana Cancello&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);font-family:lucida grande;" &gt;Ana Charlene&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);font-family:lucida grande;" &gt;Alexandre Zaneda&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);font-family:lucida grande;" &gt;Felipe Vasconcelos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);font-family:lucida grande;" &gt;Rodrigo Domeni&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Inara Cencig&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os selecionados devem comparecer no dia 04/MARÇO/2006 para o workshop de integração com os atores escolhidos na 1ª fase, com os diretores e com os dramaturgos. O workshop acontecerá das 14 as 18 horas. O local do workshop será informado por e-mail.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-114048477413737059?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114048477413737059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/114048477413737059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/02/selecionados-2-fase.html' title='Selecionados 2ª Fase'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-113937060826168906</id><published>2006-02-08T01:35:00.000-02:00</published><updated>2006-03-03T23:27:54.973-03:00</updated><title type='text'>Selecionados 1ª Fase</title><content type='html'>Atores escolhidos para compor o elenco do SuperNova Coletivo de Dramaturgos na 1ª Fase de Seleção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(0, 0, 153);font-family:lucida grande;" &gt;Alessandro Gogliano&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(153, 0, 0);font-family:lucida grande;" &gt;Fernanda Sanches&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(153, 0, 0);font-family:lucida grande;" &gt;Márcia Nestardo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(0, 0, 153);font-family:lucida grande;" &gt;Ricardo Avari&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);font-family:georgia;font-size:85%;"  &gt;(Devido ao não preenchimento de todas as vagas, uma segunda fase de seleção  será empregada para escolher os  membros faltantes). &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-113937060826168906?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113937060826168906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113937060826168906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/02/selecionados-1-fase.html' title='Selecionados 1ª Fase'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-113910058469648098</id><published>2006-02-04T22:00:00.000-02:00</published><updated>2006-02-13T11:56:39.403-02:00</updated><title type='text'>Seleção (2ª Fase)</title><content type='html'>Devido ao não preenchimento de todas as vagas para as 3 montagens do "Projeto Colheita" na primeira fase de seleção, neste &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;sábado&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;(18/02/2006)&lt;/span&gt; apartir das &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 0);"&gt;10h00mins&lt;/span&gt; será feita entrevista com os interessados em integrar o elenco do SuperNova Coletivo de Dramaturgos.  Restam 6 vagas, 3 para atores e 1 para atriz e 2 para stand by (sem sexo definido).&lt;br /&gt;Os interessados devem ter disponibilidade para ensaiar &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;durante a semana (3 dias por semana), no período da manhã ou no período da noite.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;(Atenderemos por ordem de chegada a todos os atores que chegarem entre 10 e 11 horas da manhã&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Para ver o mapa das imediações do BRIVA Espaço Cultural &lt;a href="http://geocities.yahoo.com.br/briva_ec/mapa.html?1132679582460"&gt;CLIQUE AQUI&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Atenção:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A seleção acontecerá no &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Briva Espaço Cultural&lt;/span&gt;, localizado na &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Rua Imbuial nº 61&lt;/span&gt; no bairro do Ipiranga.&lt;br /&gt;Como esta é uma rua de pequena extensão e não muito conhecida, aqui vai uma relação de ruas mais conhecidas que ficam nas imediações:Nas proximidades da SESC Ipiranga, do Museu do Ipiranga, rua próxima à Avenida Nazaré (altura do nº1000, ), rua Bom Pastor (alt. nº1900  ), rua Costa Aguiar (alt. nº2200).&lt;br /&gt;Em caso de dúvida entre em contato com o Briva Espaço Cultural, (11) 6168-9899.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;font-size:180%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Principais Informações:&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;O SuperNova Coletivo de Dramaturgos é um grupo de estudos focado em encontrar meios sólidos de construir um trabalho sério e reflexivo tanto na dramaturgia quanto nas demais funções do fazer teatral. Acreditamos no trabalho coletivo e na profissionalização do pensamento artístico como formas de qualificar cada vez mais o fazer teatral. O projeto de encenação tem como objetivo dar continuidade a este pensamento, criando uma estrutura ativa através da agregação de atores e diretores.&lt;br /&gt;O projeto começa com a criação de uma estrutura de produção, ou seja, criando uma estrutura de organização que possibilite produções independentes e prossegue com a agregação de diretores e atores.&lt;br /&gt;A idéia de agregação funciona da seguinte forma:&lt;br /&gt;Procuramos por atores e diretores profissionais que desejem participar como parceiros, que tenham compromisso com o aprofundamento e a qualificação contínua e que também tenham suas próprias propostas artísticas, para assim tornar o coletivo um organismo vivo.&lt;br /&gt;O documento que norteará nossos trabalhos será o D.I.C. (Documento de Idéias Convergentes).&lt;br /&gt;Portanto, procuramos parceiros que se identifiquem com os termos do "D.I.C." e também queiram contribuir com a solidificação desta proposta. Abaixo segue o cronograma do projeto de encenação para 2006:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FEVEREIRO/2006 – Seleção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARÇO/2006 – Inicio dos ensaios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JULHO – Estréia das peças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Não haverá remuneração durante o período de ensaios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A parceria será regida pelo “Instrumento Particular de Participação Mútua em Empreendimento Teatral” contrato padrão do SATED-SP.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-113910058469648098?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113910058469648098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113910058469648098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/02/seleo-2-fase.html' title='Seleção (2ª Fase)'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-113858046870022299</id><published>2006-01-29T22:15:00.000-02:00</published><updated>2006-01-29T22:21:08.720-02:00</updated><title type='text'>Diretores</title><content type='html'>Em reunião no último sábado, 28/JAN/2006, no Centro Cultural São Paulo, foram definidos  os diretores para as peças integrantes do Projeto Coilheita. São eles:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Criação da Cena&lt;br /&gt;texto de Claudio Rosa&lt;br /&gt;Direção de &lt;span style="color: rgb(255, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;Alissandra Rocha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assassinatos com Colher (Naive Songs)&lt;br /&gt;texto de Johnny Kagyn&lt;br /&gt;Direção de &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;Cláudio Marinho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Eterno Ato de Sempre Ir&lt;br /&gt;texto de Alissandra Rocha&lt;br /&gt;Direção de &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Fábio Pinheiro&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-113858046870022299?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113858046870022299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113858046870022299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/01/diretores.html' title='Diretores'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-113824582933171261</id><published>2006-01-26T00:58:00.000-02:00</published><updated>2006-01-27T20:55:28.223-02:00</updated><title type='text'>CONVOCADOS PARA ENTREVISTA DE SELEÇÃO NO DIA 04/FEVEREIRO/2006</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/1600/colheita%206.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/colheita%206.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Atores convocados para a entrevista:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ANGREI FIEL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ALEX MUZZEL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ALESSANDRO LUIZ GOGLIANO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ALEXANDRE CARLOMAGNO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ADMIR CALAZANS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ALIU COELHO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CARLOS GOUVEIA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CLEITON SANTOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CLEBER ASSOFRA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FRANCISCO WAGNER&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FELIPE VASCONCELLOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;GUILHERME VALE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;JOHNNAS OLIVA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MICHELL OLIVER&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;PEDRO ROMANO MILÉO FILHO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ROGÉRIO COSTA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;VININICIUS MATIAZO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Atrizes convocadas para a entrevista:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;CLAUDIA TERRA&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;ÉRIKA MALAVAZZI&lt;br /&gt;FERNANDA SANCHES&lt;br /&gt;FERNANDA ALVES&lt;br /&gt;GABRIELA EGITO&lt;br /&gt;LIGIA BORGES&lt;br /&gt;PATRICIA CORDEIRO&lt;br /&gt;PRISCILA ROCHA&lt;br /&gt;SABRINA SANTANDER&lt;br /&gt;SHIRLLEI SANTOS&lt;br /&gt;VANESSA VIOTTI&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os selecionados receberão e-mail com as instruções sobre como chegar ao local da entrevista. No caso de não recebimento até o final do dia 27/janeiro/2006 (sexta-feira), entre em contato pelo e-mail: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;coletivo.supernova@gmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Agradecemos a todos os atores que nos enviaram currículos, e informamos que os mesmos continuarão em nossa base de dados para seleções futuras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-113824582933171261?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113824582933171261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113824582933171261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/01/convocados-para-entrevista-de-seleo-no.html' title='CONVOCADOS PARA ENTREVISTA DE SELEÇÃO NO DIA 04/FEVEREIRO/2006'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-113797580148140216</id><published>2006-01-22T21:26:00.000-02:00</published><updated>2006-01-23T14:59:37.506-02:00</updated><title type='text'>TODAS AS INFORMAÇÕES:</title><content type='html'>O projeto de encenação de textos teatrais inéditos do SuperNova Coletivo de Dramaturgos terá o nome de “&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(102, 51, 255);"&gt;Projeto Colheita- Do Dramaturgar ao Teatrar&lt;/span&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Em sua primeira edição o projeto contará com as seguintes peças:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;O eterno ato de sempre ir&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;– peça de Alissandra Rocha&lt;/span&gt;;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 102);"&gt;Da criação da cena &lt;/span&gt;– peça de Cláudio Rosa&lt;/span&gt;;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 102);"&gt;Assassinatos com colher (Naive Songs) &lt;/span&gt;– peça de Johnny Kagyn&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Quantidade de vagas para atores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;3 vagas para atores do sexo feminino;&lt;br /&gt;6 vagas para atores do sexo masculino;&lt;br /&gt;1 vaga sem definição;&lt;br /&gt;3 vagas para suplentes, que também atuarão como assistentes de direção (2), e assistente de produção (1).&lt;br /&gt;TOTAL DE VAGAS: 13.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sobre a seleção de atores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A seleção dos atores acontecerá por entrevista a ser realizada pelos integrantes do SuperNova Coletivo de Dramaturgos.&lt;br /&gt;Os convocados para entrevista serão notificados por e-mail e terão seus nomes divulgados aqui no blog no dia 26/JANEIRO/2006, quinta-feira.&lt;br /&gt;A entrevista acontecerá no dia 04/FEVEREIRO/2006, sábado, ás 10h00min, no BRIVA Espaço Cultural.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"&gt;ATENÇÃO: Só será permitida a entrada dos atores convocados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Divulgação do resultado da seleção&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A divulgação dos 13 nomes selecionados para integrar o elenco do SuperNova Coletivo de Dramaturgos acontecerá no dia 08/FEVEREIRO/2006, quinta-feira, por e-mail (para os selecionados) e através da divulgação aqui no blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pós-seleção&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os 13 atores selecionados participarão de  um workshop, que servirá para os diretores definirem personagens e também para a integração entre todos os envolvidos no "Projeto Colheita". Este workshop acontecerá no dia 11/FEVEREIRO/2006, sábado, iniciando-se ás 10h00min e sendo finalizado às 19h00min. O local onde acontecerá o workshop será divulgado apenas para os atores selecionados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CRONOGRAMA GERAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;26/JANEIRO/2006 – Divulgação dos nomes dos atores convocados para entrevista.&lt;br /&gt;04/FEVEREIRO/2006 – Entrevista com os pré-selecionados&lt;br /&gt;08/FEVEREIRO/2006 – Divulgação dos nomes dos atores selecionados para integrar o elenco do SuperNova Coletivo de Dramaturgos.&lt;br /&gt;11/FEVEREIRO/2006 – Workshop de integração.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-113797580148140216?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113797580148140216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113797580148140216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/01/todas-as-informaes.html' title='TODAS AS INFORMAÇÕES:'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-113711279062870334</id><published>2006-01-12T22:28:00.000-02:00</published><updated>2006-01-12T22:39:50.636-02:00</updated><title type='text'>Matéria no site da Cásper</title><content type='html'>Matéria realizada pela jornalista Adriana Tintori para o site da Faculdade Cásper Líbero. Ela conversou com os integrantes do coletivo semanas antes da 1ª Mostra de Leituras Dramáticas do SuperNova Coletivo de Dramaturgos.&lt;br /&gt;&lt;a style="color: rgb(255, 102, 102); font-weight: bold; font-style: italic;" href="http://www.facasper.com.br/cultura/site/noticia.php?id=451"&gt;CLIQUE AQUI E VEJA A MATÉRIA&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-113711279062870334?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113711279062870334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113711279062870334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/01/matria-no-site-da-csper.html' title='Matéria no site da Cásper'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-113704025050174214</id><published>2006-01-12T02:14:00.000-02:00</published><updated>2006-01-12T02:30:50.513-02:00</updated><title type='text'>Informações sobre o processo de agregação</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;  O projeto tem como objetivo a criação de uma estrutura de produção, ou seja, criar uma estrutura de organização que possibilite produções independentes. Para criar esta estrutura, faz-se necessária a agregação de diretores e atores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;A idéia de agregação funciona da seguinte forma:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Procuramos por atores e diretores profissionais que desejem participar como parceiros, que tenham compromisso com o aprofundamento e a qualificação contínua e que também tenham suas próprias propostas artísticas, para assim tornar o coletivo um organismo vivo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;O documento que norteará nossos trabalhos será o D.I.C.&lt;/span&gt; &lt;a href="http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2005/11/documento-de-idias-convergentes.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;(Documento de Idéias Convergentes).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Portanto, procuramos parceiros que se identifiquem com os termos do "D.I.C." e também queiram contribuir com a solidificação desta proposta. Abaixo segue o cronograma do projeto de encenação para 2006:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;JANEIRO/2006 –&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Recebimento de currículos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;FEVEREIRO/2006 &lt;/span&gt;– &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Seleção&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;MARÇO/2006 –&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Inicio dos ensaios&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;JULHO –&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Estréia das peças&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 102);"&gt;#&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A parceria será regida pelo "Instrumento Particular de Participação Mútua em Empreendimento Teatral" contrato padrão do SATED-SP.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;#&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Não haverá remuneração durante o período de ensaios.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-113704025050174214?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113704025050174214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113704025050174214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2006/01/informaes-sobre-o-processo-de-agregao.html' title='Informações sobre o processo de agregação'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-113568706450085536</id><published>2005-12-27T10:34:00.000-02:00</published><updated>2005-12-27T10:37:44.510-02:00</updated><title type='text'>Seleção: Atores / Diretores</title><content type='html'>O SuperNova Coletivo de Dramturgos está selecionando Atores/Atrizes &amp; Diretores(as) para o projeto "SuperNova EnCena 2006"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requisitos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atores:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Maiores de 18 anos&lt;br /&gt;Profissionais (com DRT)&lt;br /&gt;São Paulo (capital)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diretores:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Maiores de 18 anos&lt;br /&gt;Profissionais (com DRT / mesmo em outra função)&lt;br /&gt;São Paulo (capital)&lt;br /&gt;Apresentar plano/conceito de encenação (enviar por e-mail)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os interessados deverão ingressar na comunidade &lt;a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=6576945"&gt;SuperNova Coletivo (2)&lt;/a&gt; onde poderão acompanhar todo o processo de seleção e enviar carta de interesse e currículo com foto para: coletivo.supernova@gmail.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-113568706450085536?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113568706450085536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113568706450085536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2005/12/seleo-atores-diretores.html' title='Seleção: Atores / Diretores'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-113452959796537216</id><published>2005-12-14T00:34:00.000-02:00</published><updated>2005-12-14T01:06:37.976-02:00</updated><title type='text'>Fotos da mostra</title><content type='html'>&lt;strong&gt;“A Linha Imaginária” de Johnny Kagyn.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção de Alissandra Rocha&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/mostra%20003.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/mostra%20015.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/mostra%20036.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/mostra%20039.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/mostra%20024.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Dois Seqüestros” de Thiago Duran Nogueira.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção de Thiago Duran Nogueira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/mostra%20033.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/mostra%20035.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/mostra%20045.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/mostra%20052.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/mostra%20056.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/mostra%20059.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/mostra%20068.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Rave!” de Ricardo Avarih.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção de Ricardo Avarih&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/mostra%20002.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/mostra%20023.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/320/mostra%20034.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fotos de “Rave!” e “A Linha Imaginária” por Vanessa Alvim.&lt;br /&gt;Fotos de “Dois Seqüestros” por Thiago Duran Nogueira.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-113452959796537216?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113452959796537216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113452959796537216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2005/12/fotos-da-mostra.html' title='Fotos da mostra'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-113223207565758512</id><published>2005-11-17T10:47:00.000-02:00</published><updated>2005-12-05T13:30:26.826-02:00</updated><title type='text'>1ª Mostra de Leituras Dramáticas Coletivo SuperNova de Dramaturgos</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/1600/briva.mapa.2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/400/mostra-supernova.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/1600/cartaz%20da%20mostra.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Acontecerá no mês de Dezembro, dias 10 e 11, a Primeira Mostra de Leituras Dramáticas do Coletivo SuperNova de Dramaturgos. No primeiro dia (10/12/2005) às 18:00 horas será apresentada a leitura de “Rave” de Ricardo Avarih. No segundo dia (11/12/2005) serão duas leituras, a primeira começando às 17:00 horas será “Dois Seqüestros“ de Thiago Duran Nogueira e às 19:30 horas “A Linha Imaginária” de Johnny Kagyn. O evento será realizado no BRIVA Espaço Cultural, localizado no Ipiranga. A entrada é franca e após as leituras haverá debate com os dramaturgos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue abaixo o release das peças:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dia 10 de dezembro às 18:00hs&lt;br /&gt;“Rave!” de Ricardo Avarih.&lt;br /&gt;Direção de Ricardo Avarih&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;“Rave!” é uma festa. Aquelas festas onde tudo acontece ao nosso redor e não sabemos exatamente qual será o fato que mais nos chamará a atenção. Uma festa daquelas que os tolos lutam para tomar uma igual para si e os infelizes são compelidos a enfrentar a solidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dia 11 de dezembro às 17:00hs&lt;br /&gt;“Dois Seqüestros” de Thiago Duran Nogueira.&lt;br /&gt;Direção de Thiago Duran Nogueira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“Dois Seqüestros" é um acerto de contas entre dois personagens: um advogado e um seqüestrador. O primeiro encarcerado pelo segundo, mas ambos vítimas um do outro. Diálogos ágeis, violentos e sarcásticos para repensar quem é vítima e quem é culpado. Ou ainda: existem vítimas e/ou culpados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dia 11 de dezembro às 19:30hs&lt;br /&gt;“A linha imaginária” de Johnny Kagyn.&lt;br /&gt;Direção de Alissandra Rocha&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“A linha imaginária” é uma fabula sobre a trágica mediocridade humana. Utilizando de uma linguagem simples, ágil e irônica o dramaturgo cria um ambiente de sufocante irrealidade que ao mesmo tempo se aproxima do cotidiano, onde ídolos nascem a todo tempo nas capas de revistas, vídeo-clipes e reality-shows.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SERVIÇO:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1ª Mostra de Leituras Dramáticas Coletivo SuperNova de Dramaturgos&lt;br /&gt;Dias 10 e 11 de Dezembro&lt;br /&gt;BRIVA Espaço Cultural: Rua Imbuial, 61 Ipiranga.&lt;br /&gt;Tel.: 6168-9899&lt;br /&gt;E-mail: &lt;a href="mailto:coletivo.supernova@gmail.com"&gt;coletivo.supernova@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Site: &lt;a href="http://supernovadramaturgos.blogspot.com"&gt;http://supernovadramaturgos.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-113223207565758512?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113223207565758512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113223207565758512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2005/11/1-mostra-de-leituras-dramticas_17.html' title='1ª Mostra de Leituras Dramáticas Coletivo SuperNova de Dramaturgos'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-113254597921821565</id><published>2005-11-17T02:04:00.000-02:00</published><updated>2006-05-16T11:24:47.263-03:00</updated><title type='text'>Receba o Informativo SuperNova</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;O informativo é semanal e trará informações sobre os trabalhos desenvolvidos pelo SuperNova Coletivo de Dramaturgos além de dicas culturais, informações sobre a cena teatral em São Paulo e também promoções de nossos parceiros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;form method="post" action="http://www.ymlp.com/subscribe.php?SuperNova"&gt;&lt;table style="width: 290px; height: 136px;" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;td style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 204);" colspan="2"&gt;Cadastre o seu e-mail:&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;td&gt;&lt;input name="YMLP0" size="20" type="text"&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;td&gt;&lt;input value="Cadastrar" type="submit"&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;td colspan="2"&gt;&lt;a href="http://www.yourmailinglistprovider.com" target="_new"&gt;Hosting by YMLP.com&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;input name="action" value="unsubscribe" type="hidden"&gt;&lt;/form&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-113254597921821565?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113254597921821565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113254597921821565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2005/11/receba-o-informativo-supernova.html' title='Receba o Informativo SuperNova'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-113155458033590338</id><published>2005-11-09T14:41:00.000-02:00</published><updated>2005-11-11T15:09:13.823-02:00</updated><title type='text'>1ª Mostra de Leituras Dramáticas Coletivo SuperNova de Dramaturgos</title><content type='html'>No primeiro dia (10/12/2005 ) às 18 horas será apresentada a leitura de “Rave” de Ricardo Avarih. No segundo dia (11/12/2005) serão duas leituras, a primeira começando às 17:00 horas será “Seqüestro" de Thiago Duran Nogueira e às 19:30 horas “A Linha Imaginária” de Johnny Kagyn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento será realizado no BRIVA Espaço Cultural, localizado no Ipiranga. A entrada é franca e após as leituras haverá debate com os dramaturgos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais detalhes em breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SERVIÇO:1ª Mostra de Leituras Dramáticas Coletivo SuperNova de Dramaturgos&lt;br /&gt;Dias 10 e 11 de Dezembro&lt;br /&gt;BRIVA Espaço Cultural: Rua Imbuial, 61 Ipiranga. Tel.: 6168-9899&lt;br /&gt;E-mail: &lt;a href="mailto:coletivo.supernova@gmail.com"&gt;coletivo.supernova@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Site: &lt;a href="http://supernovadramaturgos.blospot.com/" target="_blank"&gt;http://supernovadramaturgos.blospot.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-113155458033590338?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113155458033590338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113155458033590338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2005/11/1-mostra-de-leituras-dramticas.html' title='1ª Mostra de Leituras Dramáticas Coletivo SuperNova de Dramaturgos'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-113107004935386037</id><published>2005-11-04T00:06:00.000-02:00</published><updated>2006-11-01T20:58:52.473-03:00</updated><title type='text'>Documento de idéias convergentes</title><content type='html'>&lt;a style="color: rgb(0, 0, 0);" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7033/1827/1600/supernova.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;1. O Coletivo SuperNova não se propõe a inventar a roda;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;2. É contrário ao comodismo intelectual, estético e comercial do teatro brasileiro contemporâneo. Fomentar a inquietude;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;3. Todo e qualquer lugar é um santuário em potencial para o teatro. Não negaremos nem ao palco italiano nem à arena, no entanto enxergaremos teatro mesmo em uma sala, um vão livre, uma calçada, uma praça, um apartamento, um elevador, um banheiro e em qualquer espaço onde haja ao menos uma pessoa receptiva ao nosso teatro;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;4. Pecar pela ação e pelo pensamento livre;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;5. Não filiar-se a ingênuas buscas de “estéticas” nacionalistas. Nosso país é o teatro, nosso planeta a arte;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;6. Não nos interessa ser vanguarda “incestuosa”;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;7. Dramaturgar é Teatrar;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;8. O Coletivo SuperNova é guerrilha. Em meio a idéias engessadas e viciosas, utilizará de todos os recursos, ortodoxos ou não, para forjar outros caminhos;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;9. Criar e aprender!Pensar, fazer pensar.Sentir, fazer sentir. Agir.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;TEATRAR!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-113107004935386037?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113107004935386037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/113107004935386037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2005/11/documento-de-idias-convergentes.html' title='Documento de idéias convergentes'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18626181.post-115240291304988659</id><published>2005-08-25T00:00:00.000-03:00</published><updated>2006-07-08T20:56:21.106-03:00</updated><title type='text'>INFORMATIVO SUPERNOVA</title><content type='html'>&lt;form method=post action=http://www.ymlp.com/subscribe.php?SuperNova&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border=0&gt;&lt;br /&gt;&lt;tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;td colspan=2&gt;Cadastre o seu e-mail&lt;br&gt; para receber o informativo semanal!&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;td&gt;&lt;input type="text" name="YMLP0" size="20"&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;td&gt;&lt;input type="submit" value="Cadastra"&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;td colspan=2&gt;&lt;a href="http://www.yourmailinglistprovider.com" target="_new"&gt;Serviço oferecido por YMLP.com&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;/form&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18626181-115240291304988659?l=supernovadramaturgos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115240291304988659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18626181/posts/default/115240291304988659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://supernovadramaturgos.blogspot.com/2005/08/informativo-supernova.html' title='INFORMATIVO SUPERNOVA'/><author><name>SuperNova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16622292679255002314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
